O prefeito de Belém, Edmilson Rodrigues, anunciou na tarde desta segunda-feira, 8, que os recursos para a revitalização e requalificação do complexo do Mercado São Brás, na ordem de R$50 milhões, já estão garantidos pela Caixa Econômica Federal. Durante visita…

A orla da cidade concentrou o maior público de todos os tempos. Cerca de dez mil pessoas esperaram, ansiosas, o espetáculo emocionante e grandioso que incluiu barcos grandes e balsas, mas também canoeiros, as tradicionais e belíssimas barquinhas, confeccionadas com…

Área contígua ao centro histórico de Belém do Pará, Zona Especial do Patrimônio Histórico declarada por lei, o bairro do Reduto, cenário industrial da belle Époque, da Doca do Reduto no início do século XX, com suas canoas coloridas repletas…

A Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça fixou, sob o rito dos recursos repetitivos, a tese de que o servidor federal inativo, independentemente de prévio requerimento administrativo, tem direito à conversão em dinheiro da licença-prêmio não usufruída durante a…

Jornalismo e literatura na Feira do Livro


Hoje, às 17 h, os jornalistas Ronald Junqueiro, Ruth Rendeiro e Walter Pinto vão bater um papo sobre jornalismo e literatura no Encontro Literário, no auditório Dalcídio Jurandir, na Feira do Livro. Ronald Junqueiro falará do CD com a trilha musical do seu “Berlinda – asas para o fim do mundo” e mostrar um clipe do samba-enredo do romance, produzido pela jornalista Adelaide Oliveira e Sávio Palheta. Walter Pinto comentará o seu livro “1932: a Revolução Constitucionalista no Baixo Amazonas – contexto, revolta e produção do silêncio”, um estudo sobre como o governo de Magalhães Barata impôs silêncio à memória coletiva sobre a ação de um grupo rebelde que ousou resistir à forma truculenta e discricionária do interventor governar. No início dos anos 1930, Barata era uma das principais lideranças tenentistas. A obra mostra foto da antiga Rua da Beira, atual rua Siqueira Campos, em Óbidos, por onde desfilaram os rebeldes antes do embarque para lutar na Batalha Naval de Itacoatiara, que tingiu de vermelho as águas do Amazonas. 

Depois, os escritores parauaras vão esperar os leitores para autógrafos no Ponto do Escritor. Não percam. 

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