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Jogos Indígenas do Pará resgatam etnias

 Corrida de Toras
Ritual de Dança do Peixe
Corrida de integração
Nada melhor que os IV Jogos Tradicionais Indígenas do Pará para homenagear a Pátria de maneira emblemática neste 7 de setembro, nos quais 15 etnias indígenas estão representadas: os Aikewara(de São Domingos do Capim), Araweté(Altamira), Assurini do Tocantins (Tucuruí), Assurini do Xingu(Altamira), Gavião Kyikatejê(Bom Jesus do Tocantins), Gavião Parkatejê, Guarani(Jacundá), Kayapó(Tucumã), Munduruku(Jacareacanga), Parakanã(Altamira), Tembé(Paragominas), Wai Wai(Oriximiná), Xikrin(Ourilândia do Norte), Pataxó(Bahia) e Xerente(Tocantins).  

Atletas competem, na praia de Marudá, paradisíaco distrito do município de Marapanim, nas modalidades arco e flecha, arremesso de lança e corrida de toras, entre outras, como o Kaipy, em que o guerreiro dispara a flecha para o chão, desviando-a para o alto e para frente, até acertar o alvo. A tala de uma palma de coqueiro é enrolada, e nela são afixadas duas flechas. Esse conjunto é colocado no chão, à frente do atleta, para delimitar o espaço do chão em que ele pode mirar. Ganha quem conseguir fazer a flecha chegar mais longe. O alvo na primeira fase das competições é a imagem de um xaréu, peixe muito conhecido dos moradores da região. Cada parte do peixe foi demarcada com uma pontuação, a maior para quem acertar o olho. 

O arremesso de lanças é outra atração, além de rituais como os da etnia Gavião Kyikatejê, em que homens, mulheres e crianças, em duas filas paralelas, dançam e cantam agitando maracás, para pedir proteção dos deuses às famílias. Depois, homenageia a lua, e encerra com a dança do peixe, os homens cobertos de palha simbolizando peixes que fogem de uma lontra. 

Celebração da cidadania, da integração nacional e da natureza, além do resgate da cultura dos povos autóctones do nosso País. Todas as fotos são de Raimundo Paccó.

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