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Jader quer manter união com PT

Bastaram três minutos, hoje, para o PMDB nacional jogar fora as alianças de um casamento político que durou 13 anos com o  PT. Mas, apesar da aclamação, não foi unânime a decisão. O senador Jader Barbalho, que tem indicados em cargos de importância estratégica no governo federal, soltou os cachorros, como diz o caboclo:  “Como fundador do PMDB tenho restrições a esse desembarque, até porque esse rompimento pode, inevitavelmente, ser visto pela opinião pública como um gesto de oportunismo político. Acho que o PMDB não teria razão, depois de tantos anos acoplado no poder, de passar para a opinião pública a ideia de que nós, agora, nos sentimos incomodados de fazer parte do governo. Isso depois de termos tantos ministros e centenas de cargos espalhados por todo o País. Fico muito preocupado com o juízo que a história fará do gesto“, declarou ao jornal Estado de S. Paulo.

Curioso é que o ministro Helder Barbalho foi emplacado na Secretaria Especial de Portos da Presidência da República  com o apoio decisivo do vice-presidente Michel Temer (que não foi à reunião do rompimento para não dar pinta de trair o cargo que ocupa, embora todo mundo esteja careca de saber que ele é quem articulou tudo). E Helder reuniu hoje mesmo, em Brasília, com o senador Paulo Rocha e os deputados Zé Geraldo e Beto Faro, todos do PT do Pará, a fim de fechar uma aliança para as eleições deste ano e, claro, as de 2018. Helder defendeu, na ocasião, uma coligação em torno do reitor da UFPA, professor doutor Carlos Maneschy, que seria o candidato do PMDB a prefeito de Belém.

E Helder confirmou também, para amanhã, ainda na condição de ministro, uma reunião com o ministro dos Transportes e prefeitos do Sul do Pará, a fim de pedir uma solução para o estado calamitoso de 140 Km da BR-155, entre Eldorado dos Carajás e Xinguara. A população local está em pé de guerra e promete bloquear a rodovia. Continuará no governo, desafiando o comando de seu partido? Cartas para a redação.

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