A 27ª Unidade de Conservação do Estado do Pará abrange os municípios de Jacareacanga e Novo Progresso, no sudoeste paraense. O Decreto nº 1.944/2021 foi assinado pelo governador Helder Barbalho na quinta-feira, 21, e publicado ontem (22) no Diário Oficial…

O Atlas da Dívida dos Estados Brasileiros, lançado no Fórum Internacional Tributário pela Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital, aponta que a dívida ativa das empresas com os entes federados soma estratosféricos R$ 896,2 bilhões, significando 13,18% do PIB…

Ao abrir oficialmente o Forma Alepa/Elepa, o presidente da Assembleia Legislativa do Pará, deputado Chicão, destacou a importância do trabalho que vem sendo executado pela Escola do Legislativo, treinando, qualificando e atualizando gestores, vereadores e servidores públicos, que dessa forma…

Em Itupiranga, força-tarefa do Ministério Público do Trabalho no Pará e Amapá, Auditoria Fiscal do Trabalho, Defensoria Pública da União e Polícia Federal resgatou sete trabalhadores em condições análogas às de escravos, em duas fazendas no sudeste paraense, e prendeu…

A implosão da saúde

A direção do Hospital Ofir Loyola está querendo tapar o sol com a peneira: diz que o atendimento (que sempre foi precário) não sofreu interrupção hoje, apesar da paralisação dos servidores(!). No setor de radioterapia, por exemplo, os quatro médicos não trabalharam.

No quadro de pessoal do HOL, dos 1.900 funcionários, 700 são celetistas; o restante é estatutário, temporário e não temporário, seja lá o que isto for. Os celetistas são egressos do antigo Instituto Ofir Loyola, sociedade privada desapropriada pelo governo do Estado em 1992, que cedia, via contrato, suas dependências para o antigo Hospital dos Servidores. Após a desapropriação, foi criada a autarquia Hospital Ofir Loyola, que só pode contratar os profissionais por meio de concurso público.
Pois bem. Essa situação funcional foi questionada ainda em 2002, pelo Ministério Público do Trabalho, quando foi assinado um Termo de Ajustamento de Conduta no sentido da regularização dos celetistas até a realização de concurso público para preenchimento dos cargos da instituição e efetivação dos aprovados, o que não foi providenciado até hoje.
Enquanto isso, a população paupérrima viaja centenas de quilômetros a pé, de barco, ônibus, e quando finalmente chega às portas do hospital dito de referência no tratamento de câncer, é barrada e morre desassistida.
É preciso urgentemente enfrentar, com coragem e medidas adequadas, essas graves questões, que implodem o sistema de saúde pública no Pará. Todo mundo sabe que isso não começou agora, mas já passou da hora de dar um basta nessa situação.

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