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IHGP terá parceria da Alepa

FOTOS: OZÉAS SANTOS
Ao visitar, hoje, o Instituto Histórico e Geográfico do Pará, acompanhado pelo deputado Carlos Bordalo, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Márcio Miranda, anunciou parceria com o silogeu. De início, vai doar estantes suficientes para abrigar milhares de volumes da biblioteca que estão no chão, amontoados em um estrado, e a biblioteca do Barão de Guajará será revitalizada. Paralelamente, conversará com o prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho, no sentido da reforma do auditório – projeto que Zenaldo já foi conferir pessoalmente, outro dia -, e o secretário de Estado de Cultura, Paulo Chaves, a fim de verificar como a Secult pode também colaborar. 
A presidente do IHGP, professora Anaíza Vergolino, recebeu os visitantes ladeada pelos acadêmicos Célio Simões, Antonio José de Mattos, Aurilea Gomes Abelém, Marcus Ruffeil e José Leôncio Siqueira.

Desde 1944 o solar do Barão do Guajará abriga o IHGP, mas o espaço vem sofrendo com a infestação de pragas e cupins há décadas. A edificação, uma joia da arquitetura, erguida no início do século XIX em estilo neoclássico, é também parte integrante do patrimônio histórico e arquitetônico de Belém, tombada em 1950 pelo Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. 
O IHGP é um ícone do apogeu econômico e social parauara, na belle époque, e guarda tesouros culturais de valor incalculável. Localizado na Rua do Aveiro (antiga Tomázia Perdigão), nº 62, no bairro da Cidade Velha, ao lado da Alepa, o IHGP mantém uma biblioteca com mais de 50 mil títulos, que remontam ao ano 1.700, dos quais grande parte era da coleção original do Barão, inclusive documentos, cartas, mapas, pinturas e armas. Há mais de mil fotos históricas do século XIX e um material dado como perdido: atas e correspondências das sessões da Câmara Municipal de Belém.
Domingos Antonio Raiol, o Barão do Guajará, herdou o prédio ao se casar com a sobrinha do Visconde de Arari. O Barão morreu nessa casa em 1912, aos 82 anos de idade e, em 1942, o então prefeito de Belém, Abelardo Leão Conduru, adquiriu o prédio de um de seus herdeiros e com ele os móveis e a biblioteca. Sem dúvida, um legado que não pode se perder e que todos têm o dever de preservar para as gerações futuras.

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