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Nesta quinta-feira, 27, o superintendente do IBGE no Pará, Rony Cordeiro; o coordenador estadual do Censo, Luiz Cláudio Martins; e Valéria Carneiro, representante da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas e da Associação Malungu divulgarão os primeiros resultados do Censo 2022 para a População Quilombola. O lançamento nacional será em Brasília. Os dados estão disponíveis por Unidades da Federação, Amazônia Legal, municípios e territórios quilombolas oficialmente delimitados, com informações sobre população residente, número de domicílios, representatividade quilombola em cada município e densidade de moradores em domicílios quilombolas, entre outros.

Joelson da Cunha, liderança do Território Quilombola Guajará Miri, no município do Acará; Maria Edileia Carvalho Teixeira e Solange Teixeira Gomes, lideranças do Território Quilombola do Abacatal, em Ananindeua, que também atuaram como recenseadoras, participam do anúncio, durante entrevista coletiva à imprensa do Pará.

Pela primeira vez, um Censo Demográfico no Brasil investigou quantos são e onde vivem seus residentes quilombolas do país. O levantamento realizado pelo IBGE teve apoio da CONAQ e incluiu domicílios dentro e fora de Territórios Quilombolas oficialmente delimitados, ou seja, todas as áreas que apresentavam alguma delimitação formal no acervo fundiário do Incra ou dos órgãos com competências fundiárias nos estados e municípios em 31 de julho de 2022 (data de referência do Censo 2022).

Para efeito de Censo, uma pessoa é considerada quilombola quando se autoidentifica como tal. Pelo Decreto n. 4.887/2003, comunidades quilombolas são “grupos étnicos, segundo critérios de autoatribuição, com trajetória histórica própria, dotados de relações territoriais específicas, com presunção de ancestralidade negra relacionada com a resistência à opressão historicamente sofrida”.

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