Quando todos apostavam em uma radicalização que causasse esgarçamento das relações empresariais na cúpula das indústrias instaladas no Pará, a diretoria da Federação das Indústrias do Estado do Pará, liderada por José Conrado Santos e José Maria Mendonça, deu uma…

Os botânicos Fúvio Oliveira e Rafael Gomes, doutorandos do Programa de Pós-graduação em Botânica Tropical do Museu Paraense Emílio Goeldi e Universidade Federal Rural da Amazônia, concorreram com 86 jovens cientistas do mundo inteiro e estão entre os 23 contemplados…

Na próxima terça-feira, dia 16, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Chicão, deverá incluir na pauta do plenário a apreciação do Processo nº 7/2022, encaminhado pelo Tribunal de Contas do Estado, tratando da prestação de contas do Governo do Pará…

Liderados pelo presidente da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), promotor de justiça Manoel Murrieta, que é paraense, promotores, procuradores, juristas e convidados do Brasil inteiro irão reafirmar o compromisso institucional do Ministério Público e o seu papel…

Hora do Planeta 2009

Precisamente às 20h30 do dia 28 de março, horário local, os geradores a diesel que fornecem energia às ilhas Chatham, pequeno arquipélago a leste da Nova Zelândia, serão desligados anunciando o início do maior ato simbólico que o mundo já viu: a Hora do Planeta 2009. Por ser o primeiro país a apagar as luzes, a Nova Zelândia vai desempenhar papel vital na jornada da Hora do Planeta para alcançar 1 bilhão de pessoas em mais de mil cidades, distribuídas em 25 fusos horários. Essa onda global também será expressiva na região da Ásia-Pacífico, à medida em que grandes cidades como Sydney, Seul, Beijing, Hong Kong, Kuala Lumpur, Manila, Cingapura, Bangkok, Jacarta, Mumbai e Nova Delhi apagarem as luzes. Mundo afora, em cada uma das zonas do fuso horário; das ruas da Cidade do Cabo até as colinas de Los Angeles, pessoas de todas as classes e profissões farão um apelo contra as mudanças climáticas. Paris vai apagar as luzes inclusive da Torre Eiffel. A Grécia, berço da democracia, irá desligar as luzes na Acrópolis. No Brasil, o Cristo Redentor será apagado junto com o Pão de Açúcar, o Parque do Flamengo e a orla de Copacabana – depois a gente vê as estatísticas dos assaltos. Nova Iorque, Buenos Aires, Toronto, Chicago, Cidade do México e Las Vegas transmitirão a mensagem sob uma iluminação não muito usual: a das estrelas. O evento é para mostrar aos líderes mundiais que participarão da Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, em Copenhague, em dezembro deste ano, que a humanidade se preocupa com o tema e quer a adoção de medidas efetivas no acordo justo e eficiente que irá substituir o Protocolo de Quioto.

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