0
 
Internado há doze dias, hoje o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão(PMDB), anunciou seu diagnóstico: linfoma não-Hodgkin, do tipo anaplásico de grandes células T-ALK. Vai se afastar durante pelo menos um mês para tratar o câncer raro e diferente dos que acometeram a presidente Dilma Rousseff e o ator Reynaldo Gianecchini. O que Dilma teve é do subtipo de grandes células B, considerado de incidência mais comum. O de Gianecchini foi do tipo T, mas com outras características. O ALK que faz parte do nome do linfoma que atinge Pezão significa um gene alterado e se apresenta nos ossos. O oncologista responsável pelo tratamento do governador do Rio, Daniel Tabak, informou a boa possibilidade de cura e que não atingiu órgão crítico. 

Pezão está enfrentando a doença com coragem e será operado para colocar um cateter sob a clavícula e assim receber a quimioterapia. O vice, Francisco Dornelles, assumiu o governo do Estado. 
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

A negritude parauara no rio Marapanim

Anterior

14 anos sem o maestro Isoca

Próximo

Você pode gostar

Comentários