O Tribunal Regional Eleitoral do Pará oficializou o resultado da eleição suplementar em Viseu 39 minutos após o encerramento da votação. Foi eleito prefeito Cristiano Vale (nº 11 – PP – Voltando pra Cuidar da Gente) e vice-prefeito Mauro da…

Nem bem foi inaugurado, e ainda faltando a instalação dos bancos e finalização, o calçadão da Avenida Beira-Mar, em Salinópolis, sofreu diversas avarias. A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Obras acionou a empresa responsável pela obra, que está executando ações…

A expectativa era grande em relação à ida do governador Helder Barbalho à Assembleia Legislativa para a leitura da Mensagem na instalação da 61ª Legislatura. Funcionou como uma espécie de termômetro da Casa, que abriga novos deputados na oposição, e…

Foram empossados hoje na Assembleia Legislativa do Pará os 41 deputados estaduais eleitos para a 61ª Legislatura (2023-2027). Em seguida houve eleição para a Presidência e a Mesa Diretora, em chapa única, tendo sido reeleito praticamente à unanimidade – por…

Golpistas usam nome da ANPT

A Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho está sendo vítima de estelionatários que pedem “colaboração” para publicar o “Anuário Justiça e trabalho edição 2016”, de editora chamada Rota do Contribuinte, e outras revistas e jornais. Os golpistas também utilizam indevidamente o nome da ANPT e de alguns procuradores do Trabalho prometendo, em troca de dinheiro, serviços de assessoria jurídica e até arquivamento de procedimentos investigatórios. Diante da gravidade dos fatos, a entidade já formalizou notícia-crime. Quem tiver informações sobre casos semelhantes pode denunciar pelo e-mail anpt@anpt.org.br e pelo telefone (61) 3325-7570.

A ANPT esclarece que não é responsável pela publicação “Anuário Justiça e Trabalho” e nem solicita doação de quem quer que seja para suas publicações ou quaisquer de suas atividades. Os procuradores do Trabalho, cujas atribuições estão descritas na Constituição Federal e em lei, não prestam assessoria jurídica a qualquer pessoa ou entidade, nem recebem valores de terceiros para esse ou para outros fins, diante de expressa vedação legal (Lei Complementar 75/1993, art. 237, I). 

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