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A 1ª Assembleia Geral dos Governadores da Amazônia Legal, no Palácio dos Paiaguás, em Cuiabá (MT), reuniu nesta sexta-feira, 16,
representantes dos Estados do Amapá, Acre, Amazonas, Mato Grosso, Tocantins, Roraima, Pará, Rondônia e do Maranhão. Os debates giraram em torno dos resultados das reuniões das Câmaras Setoriais de Meio Ambiente, Saúde, Segurança Pública e Agricultura e eventos da agenda Pan-Amazônia.

“Os Estados da Amazônia Legal estão buscando o fortalecimento institucional para que sejam capazes de enfrentar os seus desafios e, particularmente, o desafio territorial certamente é um dos maiores, seja pela extensão, seja pelas dificuldades logísticas e também pela sobreposição de jurisdição destas áreas”, declarou Helder Barbalho.

O 25º Fórum dos Governadores da Amazônia Legal começou na quarta-feira, 14, discutindo estratégias de combate a crimes na Amazônia Legal e desenvolvimento sustentável.

Durante o evento, também foram realizadas oficinas para formular contribuições para a Carta de Cuiabá, com o posicionamento sobre a Cúpula da Amazônia, que acontece no mês de agosto, em Belém, entre os países da Pan-Amazônia e membros da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA): Brasil, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Guiana e Suriname.

O documento, validado durante a Assembleia Geral, reúne informações sobre as metas de gestão, o fortalecimento de trabalho através de políticas públicas para que os Estados possam alcançar suas metas de redução de emissões de gases, economia verde, matriz energética sustentável e descarbonização, além do ponto de vista de que a Amazônia deve ser tratada de forma estratégica para o Brasil, e a criação de uma frente parlamentar mista da Amazônia Legal.

“Em defesa da Amazônia, nós defendemos que: a Amazônia deve ser tratada do ponto de vista estratégico para o Brasil em todas as suas esferas: ambiental e de desenvolvimento sustentável e humano. Apoiamos a criação de uma Frente Parlamentar Mista da Amazônia Legal, para que senadores e deputados federais do Estados da Amazônia Legal possam atuar na defesa dos interesses comuns da região no Congresso Nacional”, disse o governador Helder Barbalho ao ler a Carta de Cuiabá.

Ainda durante a reunião dos governadores foi referendada a nomeação de Marcello Brito como secretário-executivo do Consórcio da Amazônia Legal, e a criação das Câmaras Setoriais de Agricultura e Economia Verde, e de Cultura.

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