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Farsa processual

Pela terceira vez, Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, acusado de ser um dos mandantes da morte da missionária Dorothy Stang, vai às barras do Tribunal do Júri, hoje, em Belém.

Amair Feijoli da Cunha, o Tato, já condenado pelo crime, em carta manuscrita em junho de 2007 revela que recebeu “muita pressão” do fazendeiro e que se não corroborasse a versão da defesa, não iria ficar “vivo na cadeia“. Relata também que, “para ajudarBida, participou de “uma fita gravada com um repórter” que foi ao presídio. “Eu fiz isso porque eu fiquei com medo. A verdade é que ele [Bida] mandou o Rayfran matar a irmã Dorothy“, escreveu de próprio punho.


Em abril de 2009, Clodoaldo Carlos Batista, que estava com Rayfran no momento do crime e cumpre 17 anos de prisão por participação na morte, contou que a gravação que absolveu
Bidacustou R$ 300 mil, sendo uma terra no valor de R$ 150 mil [no sul do Pará], dois carros [um deles no valor de R$ 30 mil] e mais uma quantia R$ 12 mil“. E que tudo foi entregue à mulher de Tato por um empregado de Bida. O depoimento, dado ao MPE, governo do Pará e CNBB, não será usado no julgamento de hoje, porque não foi anexado como prova em tempo hábil.


O promotor de Justiça Edson Cardoso de Souza pedirá a condenação à pena máxima. O julgamento deve demorar o dia inteiro. Regivaldo Pereira Galvão, o Taradão, que é réu no processo na condição de autor intelectual e mandante, deve ser julgado só abril e está em plena liberdade.


ATUALIZAÇÃO: não hou
ve julgamento. O advogado de Bida, em mais uma manobra protelatória, simplesmente faltou, com o nítido propósito de melar o Júri. O promotor Edson Cardoso de Souza disse que aguarda o posicionamento da OAB – que tanto tem criticado a morosidade do Judiciário -, diante de ações como esta de um de seus membros.

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