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Exposição e sessão na Semana da Mineração

FOTOS: OZEAS SANTOS

A novidade da Semana da Mineração, anualmente celebrada pela Assembleia Legislativa do Pará, foi a abertura da exposição “Mineração: presente na nossa evolução”, hoje, no hall do Palácio Cabanagem (Rua do Aveiro, 130, Cidade Velha, Belém). A mostra, com acesso livre e gratuito, fica na Alepa até o próximo dia 31 de março. Em seguida, fará itinerância nos shoppings da capital e escolas públicas. De forma didática, os painéis informam inclusive curiosidades sobre a presença dos minerais: eles representam cerca de 4% da constituição humana e 21 são considerados essenciais para o bom funcionamento do corpo humano. 

José Fernando Gomes Jr, presidente do Sindicato das Indústrias Minerais do Estado do Pará (Simineral), abriu a mostra, após a sessão solene alusiva ao Dia da Mineração, ambos eventos promovidos pela Frente Parlamentar de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável da Mineração no Pará, presidida pelo deputado Raimundo Santos(PEN).  

A sessão solene alusiva ao Dia Estadual da Mineração no Pará, dia 14, data instituída pela lei 7.603, de 13 de março de 2012, por iniciativa do deputado Raimundo Santos, em referência ao ano de 1967, quando iniciou, nesse dia, a pesquisa mineral na região de Carajás, foi prestigiada pelo presidente do Comitê Pará-Missouri, Alberto Rogério da Silva, o representante da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha, Alessandro Colucci, o presidente do Centro de Indústrias do Pará e vice-presidente da Fiepa, José Maria Mendonça, o gerente na Amazônia do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), Raul Portoo diretor da ADVB-PA, Estélio Risuenho, o superintendente do Sebrae-PA, Fabrizio Guaglianone, e a representante da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico; Mineração e Energia, Marily Germano, além do presidente da Comissão de Ecologia, Meio Ambiente, Geologia, Mineração e Energia, deputado João Chamon Neto(PMDB), o deputado Gesmar Costa(PSD) e o presidente do Simineral, José Fernando Gomes Jr., e outros representantes de órgãos e entidades, estudantes e profissionais liberais. Um grupo de populares de Barcarena, que demanda contra a Imerys Rio Capim Caulim, fez protesto com cartazes em plenário e depois promoveu um apitaço nas escadarias da Assembleia, tendo sido recebido mais tarde na Sala VIP pelos deputados Raimundo Santos e Gesmar Costa, que ouviram as reivindicações e cuidaram de encaminhá-las.

Em seu discurso, o deputado Raimundo Santos destacou que a data deve servir para reflexão sobre o setor. Acentuando que a mineração no Pará tem destaque mundial e beneficia muitas empresas e o mercado externo, frisou que ainda há muitos desafios como, por exemplo, beneficiar os municípios mineradores e a sociedade como um todo. E destacou as iniciativas da Alepa, como as comissões de representação externa destinadas a acompanhar a regulamentação das compensações pelas perdas decorrentes da Lei Kandir e o desdobramento do novo Código Minerário, perante o Congresso Nacional.  Já o deputado Gesmar Costa pontuou que, em Parauapebas, por exemplo, o produto bruto é extraído e não se tem nada com valor agregado.

Para José Fernando Gomes Júnior, o segmento contribui para o desenvolvimento do Pará com investimentos significativos. O setor minerário vai gerar, até 2021, investimentos em torno de 24 bilhões de dólares e serão necessários mais 90 mil postos de trabalho para atender a demanda futura, incluindo empresas de pequeno, médio e grande porte, afirmou o executivo. 

O empresário José Maria Mendonça, de modo irreverente, como é seu estilo, defendeu as atividades de mineração e advogou que o Pará precisa assumir sua vocação como Estado minerador, procurando tirar o máximo de proveito disso. O presidente do CIP e vice-presidente da Fiepa também sustentou que, para vencer a linha abaixo da pobreza em que vive a metade da população, com a infância e adolescência expostas ao recrutamento pelo tráfico de drogas e redes de prostituição, é preciso fazer do Pará um corredor de desenvolvimento, mas não mera passagem e sim com a necessária verticalização da produção.

Na próxima segunda-feira (20), a mineração volta a ser tema de debates na Alepa, dessa feita com estudantes da rede pública, no auditório João Batista, a partir das 9h.

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