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A ética do secretário de Comunicação

Leiam
aí em cima o ofício enviado pela Comissão de Ética do Sindicato dos Jornalistas
ao secretário de Comunicação, Ney Messias, e a resposta dele. Como se vê,
continua a se fazer de leso. Não tem nem
a dignidade de assumir o que faz e o que diz.
Em
primeiro lugar, Ney Messias não tem estatura moral para dar lição de ética aos
jornalistas e muito menos competência para avaliar a prática profissional, eis
que seu comportamento antiético é público e notório e sua formação acadêmica é
no curso de Educação Física. De jornalismo nada entende. Como ele próprio se
define, é um agitador cultural, seja
lá isso o que for.
Devo
informar ao insigne secretário que, ao contrário dele, que é contumaz em se
dedicar a escrever abobrinhas no
horário em que deveria trabalhar para fazer jus ao salário que todos nós lhe
pagamos, eu só me manifesto sobre coisas sérias. Portanto, jamais escrevi ou
escreverei sobre briga dele com quem quer que seja. Escrevi sobre a falta de
compostura de um agente público cujo ego não cabe em si e que trata o público
como privado. Escrevi sobre a incapacidade de um secretário de Comunicação
fazer corretamente o serviço que se espera do órgão e cujas atribuições são
definidas em lei, não constando entre elas chamar quem quer que seja de cadela nem oferecer pano de chão,
vassoura e material de limpeza para limpar sua casa. Tratei do cometimento de
crimes de injúria, calúnia, difamação, abuso de função e discriminação de
gênero, em meio de divulgação com alcance mundial, contra uma mulher, mãe,
jornalista e advogada e servidora pública de carreira.
O
deputado Márcio Miranda, líder do Governo na Assembleia Legislativa, pediu
desculpas em plena sessão da Alepa em nome do governo pela má conduta de Ney
Messias. Seus pares – sem exceção – também condenaram o comportamento indigno
do cargo.  Têm a perfeita compreensão da
gravidade do ato praticado. Ney Messias não. Acha que basta negar em suas mal
traçadas e articuladas linhas desconexas o que todo mundo sabe que fez. Quer
fazer acreditar em alucinação coletiva das milhares de pessoas que leram as
ofensas e se indignaram publicamente. Pensa que basta apagar a memória de seu
Facebook e do Twitter para fazer desaparecer a sua trajetória. Aliás, algumas
coisas saem com água e sabão, até o cheiro. Mas outras, são indeléveis.
A
Federação Nacional dos Jornalistas e o Sindicato dos Jornalistas publicaram
Nota Oficial de repúdio ao modo como se conduz, até porque o Governo do Estado
é responsável pelo que seus agentes cometem, nos termos da Constituição e da
legislação.
A
pedido de quem pode me pedir – e cujo nome não vem ao caso – dei-lhe a chance
da retratação. Recusou. A Comissão de Ética do Sinjor achou por bem
oferecer-lhe nova oportunidade. Recusou. O governador do Estado, Simão Jatene, não
tomou qualquer providência, mesmo eu tendo lhe dirigido três cartas públicas
através do meu blog e a Fenaj/Sinjor solicitado audiência para tratar do caso. Então
irei, sim, com o apoio da Fenaj e do Sinjor, acionar o Ministério Público e o
Judiciário para as providências que se impõem. Denunciaremos à OEA o tratamento
recebido da parte do governo do Estado. 

E que Ney Messias não perca tempo
tentando me intimidar. Eu assino embaixo do que falo e do que escrevo, não me
escondo no anonimato nem em conversinhas
irresponsáveis. Minha história de vida é limpa e fala por si. E se Ney Messias quiser aproveitar para esclarecimentos em
juízo, pode começar elucidando, por exemplo, sua antiga parceria com Chico
Ferreira. A cidadania agradece.

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