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Escrevendo e Reescrevendo Nossa História

Mael nasceu em Cachoeira do Arari, município do arquipélago do Marajó (PA), e trabalha desde os 10 anos de idade. Aos 17, cometeu um ato infracional, mas teve uma nova oportunidade e hoje é aprendiz no supermercado Formosa. Mateus, de 19 anos, também já esteve em conflito com a lei. Foi pai aos 15 anos e acabou se envolvendo com tráfico e roubo. O ponto crucial na sua história foi encontrar o juiz Varderley Silva (titular da 3ª Vara da Infância e da Juventude de Belém), que o inspirou a almejar o lugar onde quer estar, conta o rapaz, que sonha um dia fazer carreira na Magistratura. O juiz Vanderley Silva é um dos agentes dos projetos “Escrevendo e Reescrevendo Nossa História”, inciativa de resgate da cidadania que atende crianças, jovens e adultos em situação de risco social e egressos de medidas socioeducativas e penitenciárias, idealizada pelo procurador do Trabalho Sandoval Silva, que enfatiza a responsabilidade de toda a sociedade pelas várias histórias de jovens e adultos que se perdem no percurso de suas vidas.     

A cerimônia de lançamento do Reescrevendo Nossa Históriaaberta pelo pastor Leonino Santiago, foi no espaço gerido pela Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais, no bairro do Una. Lá, funcionará o projeto direcionado a jovens egressos de medidas. Já na Vila da Barca, no Telégrafo, funcionará o Projeto Escrevendo Nossa História, com sede na Paróquia Nossa Senhora Mãe do Perpétuo Socorro. Em uma escola do bairro é também desenvolvido o Projeto “Conquistando a Liberdade”, da Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado do Pará (Susipe), integrado às iniciativas lançadas, e lá houve apresentações musicais de crianças do Projeto Música e Cidadania, da Fundação Carlos Gomes. A soprano Dhuly Contente, que nasceu na Vila da Barca, também se apresentou e deu testemunho sobre o potencial transformador da música. 

O procurador do Trabalho José Carlos Azevedo, que desenvolve projetos de promoção da aprendizagem a socioeducandos no âmbito do MPT,  mostrou o exemplo de dois jovens atendidos pela Fundação de Atendimento Socioeducativo do Pará (Fasepa).   
O procurador geral do Trabalho, Ronaldo Fleury, acentua que o ‘Reescrevendo Nossa História’ é extremamente caro ao MPT porque visa resgatar pessoas que sofrem com três tipos de preconceito: o da sociedade, o da família e o do mercado de trabalho. 

O “Escrevendo Nossa História” é direcionado ao público residente em áreas de risco ou em situação de vulnerabilidade social, com perspectiva de integração das famílias dos participantes, predominantemente na faixa etária dos 7 aos 21 anos de idade. Estão disponíveis 450 vagas para o curso de musicalização. 

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