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Escândalo no Ministério dos Transportes

Temperatura máxima no Ministério dos Transportes. A roseira do ministro Alfredo Nascimento está balançando forte e não será surpresa se ele cair nesta semana. Ontem, a presidente Dilma Rousseff “afastou” Mauro Barbosa da Silva, e Luís Tito Bonvini, chefe de gabinete e assessor do ministro, respectivamente; Luís Antônio Pagot, diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit); e José Francisco das Neves, diretor-presidente da Valec (estatal que cuida da malha ferroviária). Amanhã, o DOU deve publicar os atos, via Casa Civil.
Matéria da Veja desta semana revela esquema de pagamento de propina para caciques do PR, em troca de contratos de obras. No último dia 24, em reunião com a cúpula do Ministério dos Transportes (o ministro faltou alegando compromissos pessoais), a presidente Dilma Rousseff reclamou dos aumentos sucessivos dos custos das obras em rodovias e ferrovias, criticou o descontrole nos aditivos em contratos com empreiteiras e mandou suspender novos projetos. Com planilhas e documentos sobre a mesa, Dilma disse que o Ministério dos Transportes está sem controle, que as obras estão com os preços “inflados” e anunciou intervenção na pasta comandada pelo PR — que cobra 4% de propina das empresas prestadoras de serviços. A presidente também exigiu explicações sobre a explosão de valores dos empreendimentos ligados ao PAC.
A oposição ameaça colher assinaturas para uma CPI destinada a investigar as denúncias envolvendo o Ministério dos Transportes e convocar o ministro Alfredo Nascimento a prestar esclarecimentos no Congresso Nacional.
A reportagem da Veja ouviu de parlamentares, assessores presidenciais, policiais e empresários, consultores e empreiteiros a confirmação de que o PR cobra propina de seus fornecedores em troca de sucesso em licitações, dá garantia de superfaturamento de preços e fecha os olhos aos aditivos.
O esquema seria encabeçado pelo deputado Valdemar Costa Neto, que em 2005 foi obrigado a renunciar ao mandato, no auge do escândalo do mensalão. E também pelo ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento.

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