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A Administração Superior do Ministério Público do Pará está empenhada em fortalecer a atuação dos promotores de justiça no arquipélago do Marajó, onde a situação de extrema pobreza, agravada pela pandemia, perpetua crimes gravíssimos como os abusos e exploração sexual…

“A Prefeitura de Belém, por meio da Comissão de Defesa Civil de Belém, informa que realizou vistoria técnica no bloco B do imóvel localizado na avenida Presidente Vargas, 762, no dia 11 de fevereiro, às 9h, em conjunto com representantes…

DEM e PSL ainda nem consumaram a fusão, prevista para outubro deste ano, mas a briga já é de foice. O ex-presidente do Senado Davi Alcolumbre e o ex-prefeito de Salvador ACM Neto duelam nos bastidores pelo comando do novo…

Educação contextualizada

Será que os livros aplicados atualmente pelas escolas brasileiras geram interesse nos estudantes? Muitos utilizam métodos que não primam pelo fomento à criatividade e ao senso crítico de crianças e adolescentes, fazem abordagem repetitiva e exigem dos alunos respostas homogeneizadas, sem considerar suas especificidades, cultura e a realidade onde vivem. O Dia Nacional do Livro Didático, na próxima sexta, é uma boa hora para retomar esse debate.

Nossos meninos e meninas não se vêem refletidos nas páginas dos livros, que quase nunca levam em consideração a biodiversidade, a vivência, história e cultura do povo amazônida. Os livros didáticos têm que refletir o contexto onde a criança está inserida. Não pode existir um livro no Pará que fale de neve no inverno, por exemplo. A realidade da região precisa ser tematizada e a contextualização dos conteúdos deve ser o ponto de partida.

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