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Dia Nacional do Repórter

 FOTO: FRANSSINETE FLORENZANO
Parabéns a todos os profissionais que abraçam a carreira que, mais do que uma profissão, é estilo de vida muito singular. Alguns acham glamouroso, mas na verdade é preciso ter nascido para o jornalismo, senão a pessoa não aguenta. Afinal, não é qualquer um que encara trabalhar inclusive aos sábados, domingos e feriados – e também de madrugada, mesmo depois de um dia cheio. E a rotina de ter faro para detectar o bizu antes de todo mundo, ser antenado para separar o que é notícia, checar informações, garimpar fontes, apurar, entrevistar e, óbvio, escrever matérias, sempre na correria, acaba deixando sequelas. 

Enfim, um abraço para toda a turma que quando vai para a rua fica olhando para todo mundo e para toda parte, tem mania de liberdade e de não ter horário fixo, e pisa nos pés dos outros para chegar mais perto do entrevistado ou da cena que interessa.

Para ilustrar, vou contar uns causos. Lembro de uma vez, há uns trinta anos, em que havia uma tremenda manifestação em frente à Alepa, e a tropa de choque da PM estava lá, assim como a cavalaria. Era uma confusão danada e estava difícil documentar o que acontecia. Aí, a jornalista Paula Sampaio não hesitou em subir no capô de um carro luxuoso Zero Km,  ainda sem placas, que estava estacionado lá em frente ao Palácio Cabanagem, e fez fotos espetaculares. Só não me perguntem quem era o deputado dono do veículo, que ficou furioso com os arranhões e queria arrancar o couro da caríssima amiga, que aliás era da minha turma na UFPA.

De outra feita, eu estava em uma comunidade rural no interior de Prainha(PA). Eram dois projetos de assentamento do Incra (Canoé e Cutião), onde o então governador Almir Gabriel tinha ido anunciar melhorias. Ali, em uma clareira no meio da mata, ele reuniu centenas de agricultores. Eu não conseguia um ângulo para  fazer o registro, porque o terreno era plano, então tive a brilhante ideia de subir em uma árvore para fazer as fotos. Escolhi um galho seguro para pisar, mas me apoiei em outro nem tanto, que quebrou e foi abaixo, com grande estrondo. Vocês imaginam o meu enorme constrangimento quando todos, inclusive o governador, levaram um susto com o barulho e ao olharem para a árvore depararam comigo lá em cima, com cara de tacho. Aí em cima, a foto da foto.

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