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Denunciação caluniosa é crime

O uso do cachimbo faz a
boca torta. Assim como praticou denunciação caluniosa contra mim perante o
TCE-PA (provei minha inocência e agora processo o criminoso), e perante o TJE-PA
(aguardo o desfecho para as devidas providências), o quase ex-vereador Gervásio
Morgado tentou manipular o Ministério Público Estadual – foi visto levando
denúncias falsas contra o vereador Carlos Augusto Barbosa (DEM), em represália à
sua luta pela instalação da CPI da Macrodrenagem e contra a aberração do
projeto que tenta aumentar o gabarito de construção no bairro do Marco,
beneficiando  empresas em detrimento da
população de Belém.
Ontem, Carlos Augusto foi à
tribuna e desmentiu ponto por ponto as acusações de Morgado. É amparado pela
estabilidade constitucional, porque já estava há 5 anos trabalhando na Alepa na
época da promulgação da Constituição. Quando assumiu a presidência da Câmara de
Belém, de 1991 a 1994, pediu licença na Assembleia Legislativa por questões
éticas, por ocupar cargo ordenador de despesas, através da portaria nº 1102/94,
prorrogada até 1996 via portaria nº 1173/94. E a Constituição permite que
vereador trabalhe em outro órgão, desde que haja compatibilidade de horários, o
que é o caso de Carlos Augusto, que, de fato, pode ser encontrado todos os dias,
à tarde, no gabinete do 4º andar da Alepa.
Prevenido, Carlos Augusto apresentou
comprovantes dos nove cheques pré-datados com os quais pagou seu implante
capilar (nº 850963/850965/850966/850968/850969/850970/850971/850972/850974, do
Banco do Brasil), devidamente declarados à Receita Federal. E das prestações de
contas das viagens oficiais que fez, assim como declaração firmada em cartório pela
funcionária do seu gabinete, de que recebe integralmente o salário, além de sentença
da Justiça do Trabalho reconhecendo que o Sr. Lopes nunca foi seu segurança.
Também comprovou que nenhum funcionário de seu gabinete trabalha em Ongs.
Todos os vereadores sabem
da manobra de Morgado.
E vários fizeram questão de
condená-lo publicamente.
Pio Neto (PTB), em aparte à
defesa de Carlos Augusto, disparou: “Não
é certo a pessoa achar que vai crescer denegrindo a imagem do outro. Temos que
viver em clima de respeito, por esses 30 anos de vida pública eu me solidarizo
com Vossa Excelência.”


Neemias Valentim (PSDB): “É normal que aqui dentro do plenário nós
vereadores tenhamos as nossas divergências, mas aí quando um de nós leva algo
daqui de dentro para ser veiculado externamente é preocupante, a pessoa que faz
isso está atirando no próprio pé. Porque é mentira, nós sabemos.
Iran Moraes (PT): “Eu me solidarizo a Vossa Excelência e peço
que não esmoreça, não se intimide. Continue firme nas suas convicções, porque
isso é o mais importante
.”
Fernando Dourado (PSD): “Isso é coisa de gente que não constrói nada
e quer fazer de todos farinha do mesmo saco. Eu testemunho a sua atuação e me
solidarizo à sua pessoa
.”
Marquinho do PT: “Isso foi feito pra macular a imagem de forma
que nós não podemos aceitar nos tempos em que vivemos. Esse tipo de jogo não
leva a lugar algum
.”
Cabe perguntar: até quando
Morgado acionará indevidamente o Judiciário e o MP indevidamente e
impunemente?

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