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Delegado condenado à prisão por tortura

Depois de um processo que demorou dez
anos, a juíza Maria Augusta Freitas Cunha, de São João de Pirabas, condenou o
delegado Davi Leão dos Santos a dez anos de reclusão, em regime fechado, pelo
crime de tortura. O caso ocorreu em 9 de março de 2000 e teve repercussão internacional.
A juíza Suayden Fernandes Sampaio e os promotores de Justiça Adriana Passos
Ferreira e Nadilson Portilho Gomes atuaram no feito.
O relato é chocante. As vítimas, que na
época tinham menos de 12 anos, estavam em sala de aula da escola Argentina
Pinheiro Paes quando chegaram três policiais militares, que os conduziram até a
delegacia, onde foram ameaçados e agredidos com socos, chutes e tapas para que
confessassem o furto de uma carteira, aparentemente esquecida pelo dono em um
bar na localidade de Santa Luzia, município de São João de Pirabas. De lá,
foram levados ao posto da Polícia Rodoviária Estadual, onde foram forçados a
confessar o crime. Em seguida, foram reconduzidos à delegacia, onde foram obrigados
a confessar o delito pelo investigador Favacho, que lhes deu vinte ‘bolos’
(palmadas) nas mãos e tapas no rosto.
O então investigador e agora delegado
Davi Leão assistiu a tudo, tendo, inclusive, dado vários tapas no rosto das
crianças, chamando-os de delinquentes, insistindo para que confessassem o
delito. Uma das vítimas ainda recebeu uma coronhada do investigador Favacho,
que o ameaçou de morte caso revelasse o ocorrido. Após a sessão de tortura, os
garotos foram levados ao hospital para fazerem curativos nas lesões.
De acordo com a Promotoria de Justiça
de São João de Pirabas, ainda falta serem condenados os demais envolvidos, que
tiveram processos separados, por não terem sido localizados.

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