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De postes e jabutis

Os
partidos políticos no Brasil dão um show de falta de compromisso com a
cidadania e a democracia. Compram e vendem apoio sem o menor pejo. Parecem não
se dar conta de que essa prática é autofágica. A cada eleição, ficam mais
fracos e mais dependentes de acordos espúrios. Ideologia não existe há muito
tempo e sim objetivos a curto, médio e longo prazo, sempre referentes a
projetos de poder, e na maioria pessoais, dos donos das agremiações. E não raro levam sustos em derrotas para
candidatos que sabem se posicionar fora dessa feira de vaidades e interesses,
nunca públicos muito menos republicanos. 

Uma coisa é certa: os caraíbas que acham que sempre poderão manipular a massa de eleitores e se manter no topo pisando nos valores dos eleitores vão acabar se dando mal, mais cedo ou mais tarde. 

Assim como acabou o tempo em que nas campanhas bastava o dono do curral eleitoral pintar os muros das cidades com a tradicional frase “Fulano indica Sicrano“, está se esgotando a época de comprar votos. O avanço inexorável da comunicação e da tecnologia, informando por vias transversas mesmo aqueles que tiveram negado o direito a educação, é a valiosa ferramenta a desestabilizar quem se acostumou a eleger poste e instalar jabuti em árvore.

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