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Já chegou ao Ministério Público a grave situação do atendimento de emergência em Castanhal, face a suspensão do pagamento, há meses, pela Prefeitura, aos hospitais Francisco Magalhães e São José, os  dois principais do município que acolhem a demanda do SUS

A unidade neonatal do Hospital Magalhães, que atende 600 crianças por ano na região nordeste do Estado, além de grávidas com alto risco, e que foi criada para desafogar a Santa Casa, corre o risco de ser desativada. A administração alega que não há como pagar médicos e funcionários, por isso demitiu ontem 21 profissionais e mais 35 também serão dispensados se não houver uma providência. O HFM funciona há 51 anos. O Hospital São José, que existe há 49 anos, também está enfrentando transtornos e os salários dos funcionários estão atrasados. 

As duas instituições pedem ao MP que investigue o porquê de a qualidade da saúde no município ter caído, embora a Prefeitura de Castanhal tenha  arrecadado na Saúde mais de R$90 milhões em 2014. A dívida com os dois hospitais já alcança R$ 3 milhões.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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