O procurador do Ministério Público do Trabalho Sandoval Alves da Silva tomou posse na chefia da Procuradoria Regional do Trabalho da 8ª Região para o biênio de 2021-2023 enfatizando o papel decisivo do MPT na garantia dos direitos humanos. O…

Prevaleceu o bom senso e o cuidado com as pessoas. O prefeito Edmilson Rodrigues ouviu o secretário municipal de Saúde, Maurício Bezerra, e técnicos responsáveis pela vacinação e enfrentamento à Covid-19, e cancelou os desfiles das escolas de samba, blocos…

Começou hoje (27) às 8h e segue até às 17h a votação nas prévias do PSDB para escolher seu candidato à Presidência da República. O resultado, se tudo correr bem, deve ser anunciado às 20h. O partido passou a semana…

Em uma aula prática da Faculdade de Medicina da Unifamaz, ontem, o professor Marcus Vinícius Henriques de Brito, visivelmente impaciente com a aluna que deveria demonstrar intubação em um boneco, questionou a falta de lubrificação prévia do paciente, ao que…

Combate às LER/DORT


Hoje é o Dia Mundial de Combate às LER/DORT e os Sindicatos dos Bancários farão palestras sobre o tema.
Se você sente dores nos ombros, mãos, dedos, punhos, nuca e nas costas, e já foi diagnosticado com Tendinite, Tenossinovite ou Bursite, provavelmente sofre consequências de movimentos repetitivos. Dados da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílio) e do INSS apontam que é no sistema financeiro que, proporcionalmente, há o maior número de casos de LER/DORT – Lesões por Esforços Repetitivos e Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho.
Não são poucos os jornalistas que também foram obrigados a se afastar do trabalho em razão de incapacidade causada por doenças do sistema musculoesquelético.

As LER/DORT chegam de forma silenciosa, dolorosa e incapacitam o traballhador que, para continuar na atividade laboral, toma muitos analgésicos, prejudicando todo o organismo. Quando incham mãos, braços, os remédios não fazem mais efeito e a dor fica insuportável, o trabalhador para e cai na vala comum do  INSS.

É uma doença que afeta não apenas o corpo do trabalhador como também sua autoestima porque, muitas  vezes, não consegue sequer pentear os cabelos, escovar os dentes, ou fazer um simples gesto. Além disso, não raro é vítima de discriminação pelo patrão, considerado “pouco produtivo”.

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *