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CNJ abre sindicância para apurar caso TRE-PA

O escândalo que se abateu sobre o TRE-PA está tomando proporções difíceis de medir. O conselheiro do CNJ Gilberto Martins Valente, que é parauara e promotor de justiça militar, determinou a abertura de sindicância para apurar os fatos assim que tomou conhecimento das denúncias.
 
O ex-prefeito de Marituba, Antônio Armando, adotou como estratégia de defesa a negativa de autoria. Jura que não é dele a voz na gravação entregue pelo prefeito cassado de Marabá, João Salame, à Justiça Eleitoral. E seu advogado, João Jorge Hage Neto, pretende sustentar essa tese perante o inquérito aberto pelo MPF e a interpelação judicial feita pela AGU. Não se sabe como a tática poderá funcionar diante de uma perícia, por exemplo. Quem conhece Antônio Armando e Salame jura que são eles mesmos falando na gravação. Além disso, apesar de não ser citado seu nome, tudo é circunstanciado em detalhes: sua eleição, o imbróglio em Marituba que resultou em novas eleições, a descrição de seus adversários políticos, sua relação com o governador Simão Jatene e com o advogado Sábato Rossetti.
 
Aliás, nunca a crítica de um aliado deve ter deixado o criticado tão aliviado: na gravação, Antônio Armando se queixa de que Jatene não moveu uma palha em seu favor durante o processo eleitoral no TRE-PA. Ponto para o governador, que se livrou de uma encrenca enorme.
 
A divulgação da gravação pôs em polvorosa o mundo político. Não à toa. Há conversas e conversas, de priscas eras, entre antigos aliados e hoje inimigos figadais, que não se sabe se estão na fila da notoriedade, digamos. Hoje em dia, a tensão é tão grande que os diálogos são todos sobre amenidades. Coisa séria só por sinais. Alguns, de fumaça. Pelo telefone, nem pensar. Melhor voltar ao som dos tambores tribais.
 
Por outro lado, os estoques de medicamentos tarja preta  sumiram das farmácias de Belém. Há muitos que, embora não tendo sido citados, sabem que essas coisas se espalham que nem areia no ventilador. E quem deve, teme.

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