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Círio das Águas na baía do Guajará

Ontem a noite foi de vigília e orações em Ananindeua, de onde às 5h30 a berlinda com a imagem peregrina de Nossa Senhora de Nazaré saiu da Igreja Matriz rumo ao trapiche do distrito de Icoaraci, onde foi recebida por centenas de fiéis para a bênção que marcou a saída do Círio Fluvial pelas águas da Baía do Guajará, em novas e emocionantes homenagens à padroeira dos paraenses. 


A corveta Guarnier Sampaio, da Marinha do Brasil, liderou a romaria de 10 milhas náuticas, que durou cerca de duas horas, até a histórica “escadinha”, ao lado da Estação das Docas, no berço de Belém do Pará.  Na chegada, a imagem foi retirada da cúpula de vidro que a protege durante o deslocamento e conduzida até a Praça Pedro Teixeira, onde recebeu honras de chefe de Estado, pela Polícia Militar, conforme a lei estadual nº 4371, de 15 de dezembro de 1971, que proclamou a santa Padroeira do Pará e Rainha da Amazônia. 

O Círio das Águas é tradição há 32 anos, e fruto da iniciativa do historiador Carlos Rocque, então presidente da extinta Companhia Paraense de Turismo (Paratur), como forma de incluir a população ribeirinha. 

Como sempre, uma multidão aguardava desde muito cedo para ver a chegada da Romaria Fluvial, assim como ao longo de todo o percurso da motorromaria rumo ao colégio Gentil Bittencourt. Mas, para espanto e indignação geral, a berlinda se deslocou rapidamente, a ponto de a Guarda de Nazaré ter que correr para acompanhá-la, decepcionando assim centenas de milhares de fieis que esperam o ano inteiro para desfrutar daquele momento que deveria ter um clima de serenidade e oração. 


Fotos de João Ramid e Agência Pará.

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