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Cidadania@prefeitodeBelém.com.br

A decisão do prefeito Zenaldo Coutinho de revitalizar o centro histórico de Belém e requalificar o comércio, retirando os camelôs que ocupam as ruas e calçadas, merece todo o apoio da sociedade. Afinal de contas, trata-se de cuidar da saúde pública e evitar a perda de vidas ante a venda de comidas sem a menor higiene e com uso inclusive de botijões de gás, além do bloqueio total das calçadas, o que literalmente joga os transeuntes para o meio das ruas estreitas onde só cabe um veículo de cada vez, e onde o risco de atropelamento é permanente, além da balbúrdia do trânsito, ausência total de civilidade e cidadania.

Entretanto, o que agentes públicos protagonizaram, em nome da prefeitura, é vergonhoso e causou justa indignação geral. A jornalista Yáskara Cavalcante soube por sua filha, Tayná, que homens usando uniforme azul, anteontem de manhã, na Av. Magalhães Barata, tomaram “na marra” os livros que um senhorzinho vendia diariamente na calçada do colégio Gentil, onde ela estuda.
E Yáskara, que sempre ouve o programa de rádio matutino, lembrou que na semana passada o prefeito de Belém entrou no ar dizendo que lançou um projeto que vai levar uma biblioteca itinerante até os pontos de ônibus e que tudo partira de uma ideia da filha dele…  Pois 
os tais homens aos quais a filha de Yáskara se referiu arrancaram os livros do vendedor de maneira violenta e jogaram-nos na tal carreta e ainda tomaram pinturas de um outro vendedor, que, como disse a Tayná, do alto de sua pouca idade, mas com propriedade irretorquível, “foram feitas com material comprado pelo artista, produzidas com o talento dele“. No noticiário de ontem, a prefeitura ainda informou que, para reaver o material, o artista e o vendedor de livros teriam que pagar multa em dobro(!). 

Será possível que Zenaldo deu essa ordem?! Eu o conheço há décadas, desde que éramos muito jovens, e sei que não é uma pessoa truculenta. Pode ser que se trate de episódio parecido ao da recusa, pela Fumbel, da doação do projetor para o Cine Olympia, equívoco que ele desfez pessoalmente.

Não é crível que a prefeitura de Belém proíba vender livros e quadros  na calçada, mas permita em pleno comércio e na Av. Presidente Vargas a imundície em sua pior acepção, principalmente na esquina com a rua Aristides Lobo. Por que a Vigilância Sanitária,  a Seurb, a Secon e a Guarda Municipal não vão lá impedir aquela ameaça pública à saúde da população, além do acinte à cidadania? Que olhar torto é este que não enxerga os bares, boates e lojas ocupando indevidamente calçadas e nenhuma providência toma para salvaguardar os direitos da população em seu direito constitucional de ir e vir? 

Mariete do Carmo, esposa do ex-governador Aurélio do Carmo, também fez contundente denúncia no Facebook: “Código de Postura eu também queria para a rua Perebebuí, entre Pedro Miranda e Pass. G; essas ruas são garagens permanentes de ônibus de uma empresa, e por conta disso assaltos são constantes naquela aérea e a prefeitura nunca fez nada para guinchar esses ônibus …
Vergonhosa a ação truculenta em que os guardas e PMs abordam os cidadãos. Deviam estar cuidando da segurança da cidade ao invés de levarem os livros do senhorzinho que já vende há anos ali na Magalhães Barata
.”

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