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Caso do prefeito de Tucuruí: nota do MP

Os promotores de justiça Amanda Luciana Sales Lobato, Francisco Charles Pacheco Teixeira e Carlos Alberto Fonseca Lopes divulgaram longa nota à imprensa a respeito do caso do assassinato do prefeito de Tucuruí e as frequentes notas dos advogados de defesa dos envolvidos no processo. garantem que todas as provas são válidas e os acusados irão ao Tribunal de Júri. Cliquem aqui e leiam a íntegra do documento.

Ontem, o juiz Rafael da Silva Maia afastou o prefeito Artur de Jesus Brito(PV), que estava no cargo por força de liminar do Supremo Tribunal Federal, e o ex-contador geral do município, Kleber da Cunha Ota. É a terceira vez que ambos são afastados por ordem judicial. Em dezembro do ano passado, a Câmara Municipal também acusou o prefeito de improbidade administrativa. Artur teria determinado o pagamento de valores à empresa Engenho Assessoria Contábil, da qual Kleber Ota é sócio-gerente.

Anteontem, em depoimento à CPI instaurada pela Câmara Municipal, o delegado-geral Rilmar Firmino confirmou que as investigações foram concluídas e há dez indiciados por autoria e participação no assassinato do prefeito Jones Willian. Cinco foram presos (Bruno Venâncio, pistoleiro executor; Flávio Porto, agenciador e Paulo Ricardo, cúmplice). Josy Brito (mãe do atual prefeito) e Marlon Pozzebon, tidos como mandantes, estão em liberdade provisória. Dois estão foragidos (David, piloto da moto; e Bairone, olheiro) e três têm pedido de prisão decretado (Cleiton Theodoro, Comandante Wilson e Arthur Brito, mandantes).

São necessários 9 votos dos 13 vereadores para a cassação do mandato do prefeito afastado Artur Brito. Se isso acontecer, ele perde o foro privilegiado e todos serão julgados pelo juiz da comarca local. 

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