Publicado em: 10 de setembro de 2014
O promotor de justiça Arnaldo Azevedo, coordenador do Grupo Especial de Atuação no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), responsável pela denúncia criminal dos servidores da Alepa por fraude e peculato, que causaram rombo superior a R$100 milhões, está, ainda, investido da função eleitoral pelo Parquet, na fiscalização da propaganda, tudo isso sem deixar de atender a sua rotina diária na Vara Criminal em que atua. Trata-se de um trabalho hercúleo. O promotor acredita que a juíza Alda Gessyane Tuma, da 11ª Vara Penal de Belém, vai condenar todos os acusados. Tramitam mais três processos envolvendo outros servidores.









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