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A Infraero está dando enorme contribuição para a desgraça do turismo no Pará e, de modo especial, em Belém. Desde o início deste ano o ar condicionado do aeroporto Júlio Cezar Ribeiro (Val de Cans) simplesmente não funciona. A Comissão de Turismo da Alepa, presidida pelo deputado Celso Sabino, fez várias reuniões e até audiência pública, durante o primeiro semestre, quando foi prometido pela superintendência que, no máximo em agosto, tudo seria resolvido. As férias de julho foram o maior sufoco, chegou agosto e a agonia continua. O desembarque é feito em meio aos que estão embarcando, numa balbúrdia tremenda. O calor sufocante desestimula retornos. Quem viaja pela primeira vez ao Pará tem dificuldade até mesmo para resgatar a bagagem na esteira. Para piorar, as lojas não ajudam: as revistarias nunca dispõem de leituras atualizadas e o free shop é uma piada (de mau gosto). 
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

O turismo brasileiro, a burocracia e o desleixo

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