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Banco feito de açaí no Marajó

Banco açaí. Foto Nailana Thiely

Em Salvaterra, no arquipélago do Marajó, a cada 900 gramas de caroço de açaí descartados pelos batedores artesanais estão sendo produzidos bancos escolares destinados a escolas públicas rurais do município.
A ideia foi de 
Joseane Gonçalves Rabelo, 42 anos, que aperfeiçoou o tema do seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) no curso de Tecnologia de Alimentos da Universidade do Estado do Pará, orientado pela doutora em Engenharia Agrícola Carmelita de Fátima Amaral Ribeiro, e auxiliado pelo Técnico de Laboratório Rosivan Matos e pela pela co-orientada Núbia Santos


Tudo começou quando Joseane e Carmelita notaram o acúmulo de resíduos gerados pelos batedores artesanais e nenhum tipo de beneficiamento. Resolveram tomar uma atitude prática para reduzir a poluição e criar uma atividade produtiva. O primeiro passo foi a coleta das sementes, em seguida lavadas e secadas ao sol por cerca de um mês. Os caroços foram triturados, peneirados, adicionados a cola branca e, depois, enformados e prensados no Laboratório de Design do Centro de Ciências Naturais e Tecnologia da UEPA, em Belém.
O resultado do processo foi uma chapa de aglomerado, moldada na altura, tamanho e espessura adequados ao assento infantil. As pernas foram produzidas a partir da madeira típica da região, a Ananin. 

O banco mede aproximadamente 40 x 40 cm². O material tem flexibilidade, durabilidade e pode ser usado na fabricação de mesas, cadeiras e estantes, além de quadros para paredes. Joseane almeja produzir o móvel em grande escala e já pensa inclusive na possibilidade de confeccionar bancos também para as praças de Salvaterra. Lá, a maioria está quebrada. 

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