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Após restauro, Palacete Pinho será espaço cultural

Em 17 de agosto é celebrado o Dia do Patrimônio Histórico. A Lei nº 378/1937, no governo Getúlio Vargas, criou o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, a fim de proteger e preservar os bens culturais do país, marcando a assim o 17 de agosto. A data foi escolhida em razão do nascimento do historiador e jornalista mineiro Rodrigo Mello Franco de Andrade (1898-1969), o maior responsável pela consolidação jurídica do tema Patrimônio Cultural no Brasil e pela criação do Iphan, que presidiu até 1967. Como forma de honrar sua memória, ações de proteção, divulgação e preservação do patrimônio cultural brasileiro são distinguidas, anualmente, com o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade. Responsável pela proteção e preservação dos bens culturais nacionais, o Instituto tutela milhares de edifícios, centros urbanos e sítios arqueológicos brasileiros e tem acervo monumental, que inclui mais de 1 milhão de objetos catalogados, entre livros, documentos, registros fotográficos e audiovisuais.

 Para celebrar a importância desse dia na promoção e administração do processo de preservação dos bens culturais, no fortalecimento da identidade, na garantia do direito à memória e na contribuição para o desenvolvimento socioeconômico, o prefeito de Belém, Edmilson Rodrigues, publicou hoje no Diário Oficial do Município decreto transferindo o Palacete Pinho, que era administrado pela Fundação Cultural do Município de Belém (Fumbel), para a Secretaria Municipal de Educação (Semec).

Um dos imóveis históricos mais belos da capital paraense, construído na Era da Borracha, no bairro da Cidade Velha, será transformado em casa de artes. A Semec vai restaurar o prédio, que abrigará o Núcleo de Artes, Cultura e Educação (Nace), criado em junho do ano passado, com o conceito de trabalhar a integração da política de formação artística em sala de aula, cumprindo o compromisso assumido por Edmilson Rodrigues de fortalecer a cultura por meio da educação, transformando as escolas em pontos de cultura. Haverá aulas de canto e pequenos corais, além de cursos preparatórios com ensaios semanais. “O Palacete Pinho será a casa das artes, onde teremos todas as linguagens artísticas, seja em vídeos, dança e escultura. As artes terão lá a consolidação da política de incentivo”, explicou o prefeito.

Atualmente, o núcleo funciona no Centro de Formação de Educadores Paulo Freire, no bairro de Nazaré. Todas as ações de arte e cultura nas escolas contam com o apoio e o assessoramento do Nace. E as atividades culturais das escolas serão direcionadas para o Palacete Pinho, após a restauração.

“É com muita alegria que a Semec recebe esta transferência do Palacete Pinho. Não se pode pensar em educação sem pensar a arte e a cultura.”, festeja a secretária municipal de Educação em exercício, Araceli Lemos. O Palacete Pinho fica na rua Doutor Assis, na Cidade Velha. Guardando características da Belle Èpoque, a edificação em três andares foi residência da família do comendador Antonio José de Pinho, responsável pela construção, em 1897.

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1 comentário

  1. A restauração do Palacete Pinho, representa o resgate de nossa memória cultural, além de ser mais uma opção para enriquecer o conhecimento sobre os áureos tempos da arte e da cultura de nossa capital.

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