A 27ª Unidade de Conservação do Estado do Pará abrange os municípios de Jacareacanga e Novo Progresso, no sudoeste paraense. O Decreto nº 1.944/2021 foi assinado pelo governador Helder Barbalho na quinta-feira, 21, e publicado ontem (22) no Diário Oficial…

O Atlas da Dívida dos Estados Brasileiros, lançado no Fórum Internacional Tributário pela Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital, aponta que a dívida ativa das empresas com os entes federados soma estratosféricos R$ 896,2 bilhões, significando 13,18% do PIB…

Ao abrir oficialmente o Forma Alepa/Elepa, o presidente da Assembleia Legislativa do Pará, deputado Chicão, destacou a importância do trabalho que vem sendo executado pela Escola do Legislativo, treinando, qualificando e atualizando gestores, vereadores e servidores públicos, que dessa forma…

Em Itupiranga, força-tarefa do Ministério Público do Trabalho no Pará e Amapá, Auditoria Fiscal do Trabalho, Defensoria Pública da União e Polícia Federal resgatou sete trabalhadores em condições análogas às de escravos, em duas fazendas no sudeste paraense, e prendeu…

Adeus a Renato Mindello


Estou muito chocada e triste com a morte do advogado Renato Mindello, meu amigo há mais de trinta anos, vítima de infarto fulminante, ontem. Era irreverente, ácido, irônico, mas também doce e, sobretudo, amigo de seus amigos. Culto, curioso insaciável, se interessava por tudo, desde muito jovem: literatura, arte, política, Direito e até moda. Sua casa era um verdadeiro museu, tantas as peças de colecionador. Quando ninguém ainda usava por aqui, por exemplo, ele teve a ousadia de um dia aparecer de terno e tênis e gravatinha borboleta colorida, no escritório do então deputado Ronaldo Passarinho, na época o político mais influente e poderoso do Pará, sem se importar com a inevitável gozação dos amigos. Na nossa juventude, ouvíamos música no estúdio nos fundos da casa de seus pais, na Av. Gentil Bittencourt, que tinha um acervo incrível de discos e revestimento acústico, assim podíamos aumentar o volume sem incomodar ninguém, até altas horas, beber vinho, comer pizza, dar gargalhadas. Devorava livros, consumia obras de arte vorazmente, sentia prazer no debate. Era capaz de conviver harmoniosamente com pensamentos contrários. Quero lembrar do Renatinho sempre assim, com o seu sorriso alegre estampado no semblante inteligente. Vai com Deus, querido amigo, na senda da luz e da paz eterna! E que Deus conforte sua família.

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