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Estou imensamente triste com a partida do querido amigo, confrade e eterno mestre de todos nós, o professor Édson Franco. A Academia Paraense de Jornalismo perde um membro cuja trajetória se confunde com a história do Pará. Um ser humano especial, que soube cumprir com brilho a sua missão neste plano. Convivemos durante cinco anos na antiga Unespa, durante os quais fui representante da minha turma DIN2, membro do Centro Acadêmico de Direito e do DCE. Ele era um reitor que sempre manteve as portas abertas, ouvia as reivindicações e na maioria das vezes atendia. Jamais tivemos uma só rusga, apesar de defendermos pontos de vista diferentes. Ali começou uma amizade construída na base sólida do respeito e admiração, que aumentou muito ao longo do tempo, até ter a honra de ser sua confreira e presidente na APJ. Que Deus o receba em Seus Braços, na Luz e na Paz eternas, e conforte a família!

A APJ está em luto profundo, tal o carinho e os fortes laços de todos com o professor Édson Franco.

Walbert Monteiro, diretor de Relações Públicas, deu emocionado testemunho:

“Recebo com enorme tristeza a notícia do falecimento do querido amigo Edson Franco, amizade construída há mais de 60 anos, nos tempos em que ele foi diretor do CEPC e, depois, criou o cursinho de vestibular precursor do Cesep/Unama. Nascemos no mesmo dia, 5/5, e era prazerosa nossa “disputa” para ver quem cumprimentava o outro primeiro. Este ano ele me pediu desculpas e ligou na véspera. Foi, indiscutivelmente, um grande líder na educação deste país e um marco no sistema educacional, além de suas virtudes e atributos pessoais de caráter íntegro, inteligência, cultura e exemplar testemunho de vida cristã. Derramo a derradeira lágrima pelo Édson, na certeza de que encontrou o descanso eterno na Casa do Pai e estará imortalizado pelas suas obras. Deus o tenha em seu Reino”.

O confrade José Wilson Malheiros da Fonseca, foi um dos primeiros a externar o seu pesar. “Meus sentimentos para toda a família. Édson marcou sua passagem aqui na terra, com denodo”.

O decano da APJ, Linomar Bahia, pontuou: “Estamos juntos neste momento de dor, reverenciando a memória do confrade e amigo Édson Franco e rogando aos céus para que o acolha na Santa Paz do Senhor”.

Océlio Moraes confortou: “Irmãos deste Silogeu, a tristeza da partida física dói e gera lágrimas, mas devemos nos alegrar na comunhão das obras realizadas pelo querido Édson, que ficam como legado, e, sobretudo , devemos nos fortalecer na fé, porque a boa alma do nosso confrade amigo foi chamada de volta à Casa Eterna do Pai. Deus nos conforte nessa fé. E gratidão pelo convívio e aprendizado que tivemos com o nosso mestre, sempre educador Édson”.

Tânia Monteiro declarou: “Édson Franco fica na história da Educação do Pará por sua competência, dedicação e determinação, sobretudo à frente de uma das principais instituições de ensino do Pará e da Amazônia: Cesep/Unama. Cuidava daquele patrimônio educacional com amor e com brilho nos olhos sempre em busca do avanço no processo de formação profissional e do crescimento do ensino superior no estado.
Que descanse em paz!”

O vice-presidente da APJ, Célio Simões, testemunhou: “Que tristeza a morte do amigo Prof. Édson Franco⁩. Era o reitor quando fiz curso no Cesep. Idem, quando lecionei na Unama, amizade consolidada quando ele foi presidente da Academia Paraense de Letras”. Perde a cultura do Pará uma das suas maiores expressões”.

João Augusto de Oliveira, que além de membro da APJ é vice-presidente da Academia Paraense de Letras, lembrou: ” Quando prefeito de Oriximiná (1963 – 1966), fui nomeado pelo secretário de Educação Prof. Edson Franco inspetor seccional. Muito honrado fiquei”.

Para a jornalista e professora da Unama Karlla Catette, “é uma enorme perda a partida do querido professor Edson Franco. Que seja recebido na Glória de Nosso Senhor. Solidarizo-me aos familiares e amigos!Paz a sua alma!”.

Francisco Sidou registrou: “Grande perda para a cultura paraense. Educador de renome nacional, seu legado é de inestimável valor. Como ser humano, também da melhor qualidade. Sentidas condolências aos familiares , confrades das Academias de Letras e de Jornalismo e a seus muitos ex-alunos e legião de admiradores e amigos”.

Cláudio Guimarães salientou: “Era um senhor mestre. Um idealista pela educação!”

Douglas Dinelly também prestou homenagem: “Que grande perda para o Vale Amazônico! Nossos maiores sentimentos à familia do nosso sempre ilustre reitor com quem tive a honra de desenhar e trabalhar os projetos da TV Unama e Rádio Unama FM. Uma mente prodigiosa e largo coração. Grande mestre no que fazia”.

Octávio Pessoa enfatizou: “Comungo do sentimento de meus pares em relação ao falecimento do Professor Édson Franco. Uma respeitável personalidade, um homem culto”.

Antônio Gurjão Praxedes externou: “Meus sentimentos aos familiares e aos amigos do professor Edson Franco. Uma sentida perda para a comunidade intelectual do Pará”.

Edyr Augusto Proença sintetizou: “Grande perda!”.

Na foto, com nosso inesquecível amigo e confrade, no dia da outorga do título de Doutor Honoris Causa a Avertano Rocha, decano da APL e nosso querido amigo em comum, há três meses.

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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