Em iniciativa inédita, o Fórum de Entidades em Defesa do Patrimônio Cultural Brasileiro celebra os percursos individuais e coletivos que construíram as políticas de salvaguarda do patrimônio cultural no Brasil, lançando a obra “Em Defesa do Patrimônio Cultural”, organizado por…

Neste sábado, 16, postos de saúde ficarão abertos para a vacinação com foco em menores de 15 anos. Em Belém, 11 unidades vão funcionar das 8h às 14h. A campanha da Multivacinação iniciou no dia 04 de outubro e segue…

De autoria do carnavalesco e professor Paulo Anete, o enredo para o Carnaval 2022 da Escola de Samba Grêmio Recreativo Carnavalesco e Cultural Os Colibris, de Belém do Pará, é “Zélia Amada/ Zélia de Deus/ Zélia das Artes/ Herdeira de…

Batizada de sagui-de-Schneider (Mico schneideri), em homenagem ao pesquisador brasileiro Horácio Schneider (1948-2018), geneticista da Universidade Federal do Pará e pioneiro da filogenética molecular de primatas, a descoberta alvoroçou a comunidade científica internacional. A nova espécie de sagui amazônico do…

Acusados vítimas de acusadores

Karllana Cordovil de Carvalho e João Pedro de Sousa Pauperio, proprietários de um bar no bairro do Reduto, em Belém, foram presos na quinta-feira (25), sob acusação de tráfico de drogas. Os nomes e as imagens deles foram expostos na mídia, veicularam várias matérias imputando a eles graves delitos. Agora, o Judiciário reconheceu a ilegalidade da prisão e a inocência de ambos: os policiais invadiram o local, sem mandado judicial, e João foi detido antes da revista na casa. Mais: a decisão judicial aponta que o casal “já vinha denunciando às corregedorias de policial civil e militar a tentativa de extorsão por parte de policiais praticada contra os presos e contra o estabelecimento comercial”, realçando que “não é comum que um traficante de droga se exponha voluntariamente diante da polícia, inclusive recorrendo ao órgão correcional da mesma” e que os dois já haviam manifestado “a preocupação antiga […] em que a polícia pudesse imputar ao local a pecha de ponto de venda de drogas”. E agora? As Polícias Civil e Militar vão instaurar procedimento para investigar a conduta de seus agentes? Tomarão decisões eficazes? O caso é absurdo e merece reflexão. Principalmente porque houve mancha indelével da reputação do casal e de seu estabelecimento. 

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