A empresa de ônibus Belém-Rio, que faz a linha para o distrito de Outeiro – Ilha de Caratateua, em Belém, aparentemente está falida e reduziu pela metade a sua frota, causando enorme sofrimento aos usuários do transporte coletivo. O serviço,…

A Cosanpa abriu nada menos que seiscentos buracos imensos nos bairros mais movimentados de Belém, infernizando a vida de todo mundo com engarrafamentos e causando graves riscos de acidentes, principalmente porque chove sempre, e quando as ruas alagam os buracos…

O Procurador-Geral de Justiça César Mattar Jr. inaugurou nesta quinta-feira, 16, o Núcleo Eleitoral do Ministério Público do Estado do Pará, que vai funcionar na sede das Promotorias de Justiça de Icoaraci, distrito de Belém. O coordenador será o promotor…

A desembargadora Maria de Nazaré Saavedra Guimarães, que se destaca pelo belo trabalho que desenvolve à frente da Comissão de Ações Judiciais em Direitos Humanos e Repercussão Social do Tribunal de Justiça do Estado do Pará, e que já coordenou…

Abismo da proteção social entre as classes

O Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e a Frente Parlamentar Mista pela Igualdade Racial lançaram hoje a publicação “Por um Parlamento sem Racismo – Guia para parlamentares sobre a promoção da Igualdade Racial”, que integra a campanha “Por uma infância sem racismo”, liderada pelo Unicef desde 2010 e que oferece informações úteis para mudanças de atitude necessárias à execução de políticas públicas que garantam efetivamente os direitos humanos e o enfrentamento às distintas faces das desigualdades: cor, gênero, etnia, geração, território e renda.
 

O deputado federal Arnaldo Jordy(PPS-PA) fez uma revelação chocante: nas investigações da CPI que investiga o tráfico humano no País, da qual é presidente, “não há registros de vítimas que sejam brancas e ricas“, salientando o abismo da proteção social entre as classes.
Jordy quer promover ainda este mês o lançamento do guia no Pará – unidade da Federação com o maior número de pessoas autodeclaradas pretas (7,2%) ou pardas (69,5%) no Brasil, de acordo com estudo do IBGE em parceria com a Secretaria de Políticas de Promoção e Igualdade Racial – através do Grupo de Estudos Afro Amazônico da UFPA.

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