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A lenda do Boto e Santarém do Pará

Bom dia, amigos! Aproveitem o domingo! Quem ainda não conhece Santarém do Pará precisa agendar sua visita, é um lugar daqueles que não se pode passar na vida sem ver pelo menos uma vez. A verdadeira antessala do paraíso. Entre as cenas únicas que há por lá, estas captadas pelo intrépido Sidney Oliveira, que eu publico para que vocês se deleitem; boto cor de rosa, boto tucuxi e cardumes de botos pululando no belíssimo rio Tapajós, em frente à cidade. Que felicidade eu ter nascido nesse lugar fantástico, “de praias alvas e caminas verdes, rio de anil, onde flutuam iaras mil, loucas, ao léu na onda azul”! 

O genial Wilson Fonseca, o maestro Isoca, assim escreveu A Lenda do Boto (e musicou) em 1954: 

“Quando o boto virou gente 
P’ra dançar num puxirum, 
Quando o boto virou gente 
P’ra dançar num puxirum, 
Trouxe o olho, trouxe a flecha, 
Trouxe até muiraquitã 
E dançou a noite inteira com a bela cunhantã! 

Um grande mistério na roça se faz 
Fugiu cunhantã com um belo rapaz 
E o boto, ligeiro, nas ondas sumiu, 
Deixando a cabocla na beira do rio….. 
Se alguém lhe pergunta: 
Quem foi teu amô? 
Cabocla responde:
Foi boto, sinhô!” 

A cantora lírica Gabriella Florenzano cantou essa música em concerto na igreja de Santo Alexandre, em Belém, em 2009, acompanhada ao piano pelo filho do compositor, desembargador federal do Trabalho Vicente Malheiros da Fonseca, com crianças do Projeto Cururu em cena, tal qual uma opereta. Lindo demais!

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