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A improbidade se reveza em Marapanim

Vejam só a falta de respeito com a coisa pública. Em Marapanim, Maria Edinaide Silva Teixeira(PRB), eleita vice, assumiu em setembro de 2015 a administração do município. Pois desde então é acusada de adquirir combustível e contratar transporte escolar sem processo licitatório; ausência de coleta e tratamento adequado de lixo hospitalar; não pagamento ou pagamento com atraso de servidores; não prestação de contas; saques, transferências ilegais no valor de R$1.138,010; além do desvio de mais de R$2 milhões. No dia em que a Câmara Municipal estava votando o seu pedido de  afastamento, ela fez vários saques diretos na conta do município, transferiu dinheiro para pessoas jurídicas sem qualquer justificativa e ainda valores significativos para pessoas físicas. 

A pedido da promotora de Justiça Síntia Bibas Maradei – que  depois de inquérito civil ajuizou ação civil pública com pedido de antecipação de tutela – juíza Shérida Keila Pacheco Teixeira Bauer determinou o afastamento cautelar da prefeita Maria Edinaide Silva Teixeira, ontem. 

Em resposta às acusações, a prefeita admitiu a movimentação de valores, alegando que teriam sido utilizados para pagamento da folha de funcionários e empresas prestadoras de serviços. 

Outra evidência contra a prefeita é em relação a emenda parlamentar destinando a Marapanim R$389.415,00 para aquisição de equipamentos hospitalares, tendo sido liberados R$56.060,00, valor depositado em conta bancária: nada foi aplicado e a conta está zerada. 

Maria Edinaide Silva Teixeira será afastada do cargo pelo prazo de 150 dias, e seus bens móveis e imóveis ficarão indisponíveis. Além disso, está proibida de retirar qualquer bem ou documento da Prefeitura de Marapanim, sob pena de multa de R$1 mil. 

Marapanim é um caso sério. A prefeita Elza Edilene Rebelo de Moraes (PR), eleita em 2012, foi afastada do cargo após denúncias de improbidade administrativa em ações civis públicas do Ministério Público. Com isso, a vice-prefeita Maria Edinaide Silva Teixeira assumiu o mandato, mas já em abril deste ano  também já tinha sido afastada pela Câmara Municipal, por improbidade administrativa, quando a presidente da Câmara, vereadora Maria Inês Rosa (PMDB), assumiu como prefeita interina.  Desde então, o município vive instabilidade política, em meio a verdadeira guerra judicial pelo mandato. Pobre Marapanim!

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