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A escalada intolerável da violência

O promotor de justiça David Terceiro Nunes Pinheiro, que atua em Gurupá, foi agredido e sequestrado ontem, quando o barco em que viajava foi tomado por piratas. Felizmente foi encontrado e está bem. Também ontem, por volta de 21h, em plena Av. Visconde de Souza Franco, a Doca, uma das mais movimentadas de Belém do Pará, Cida Vaz foi atacada por três homens em frente ao prédio onde mora, quando ia entrar no carro de um amigo que está no Brasil visitando a família. Um dos bandidos, armado com um revólver, agarrou seu braço que tinha sido operado, arrancou a tipóia e a forçou a entrar no carro. Ela gritou por socorro, esperneou e conseguiu escapar mas levaram o carro com seu amigo. Um policial civil, de moto, perseguiu o veículo, mas o perdeu de vista. A PM surgiu 15 minutos depois, passou as informações para outras patrulhas e o refém foi liberado e está bem.

Anteontem, William Amador chegava do supermercado com sua esposa na vila onde mora, em Belém, quando um assaltante o abordou batendo no vidro de seu carro com um revólver. Ele se assustou, o carro deu um solavanco e o criminoso o baleou na região do ombro. A bala transfixou e se alojou na sua nuca, causando danos cuja extensão ainda não foi diagnosticada e ele luta pela vida em uma UTI hospitalar. 

São casos emblemáticos da violência, que alcançou níveis intoleráveis. Ninguém aguenta mais viver sob o signo do medo.

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