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A cidade e o meio ambiente

No bairro da
Cremação, em pleno centro de Belém do Pará, os canais transbordam e as pessoas
ficam impedidas de sair de casa.
A promotora de
justiça de defesa do cidadão e da comunidade, Ângela Balieiro Queiroz, chamou
os órgãos envolvidos para tentar uma solução. Aí começou o jogo do empurra.
O diretor do
departamento de drenagem urbana da Sesan, Marcus Carvalho, disse que será feita
uma limpeza no canal da Tv. Doutor Moraes em outubro depois do Círio, que o
trabalho de limpeza dos canais é paliativo, e que só a macrodrenagem resolverá
definitivamente o problema.
Já o advogado da
Seidurb disse que a macrodrenagem é responsabilidade da prefeitura e existe um
convênio entre a prefeitura e o governo federal, para tratar a sub bacia da
Bernardo Sayão, com recursos do PAC.
A promotora de
justiça sugeriu que as pessoas da região do canal da Cremação sejam remanejadas
para localidades sem uso na cidade, e ofereceu os serviços do MP para ajudar na
desapropriação.
No final da
reunião, a Seurb se comprometeu a informar todo o procedimento licitatório que
envolve a execução das comportas, no prazo de 15 dias.
Para desgraça da
população sofrida, o mais provável é que tudo continue na mesma. Pelo menos a
médio prazo.

Mas cá para nós: a população também tem culpa no cartório. Todo mundo joga lixo nos canais. É sofá, geladeira, fogão, o escambau. Assim não dá. É preciso consciência coletiva de que é responsabilidade de cada um e de todos cuidar da cidade e do meio ambiente.

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