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A cidadania entorpecida

Recentemente, pesquisa do Datafolha revelou que um em cada três brasileiros concorda com a frase “Mulheres que se dão ao respeito não são estupradas”. Da mesma forma, quando alguém sofre um assalto, é comum ouvir que a vítima “estava procurando”, porque usava o celular na rua ou no ônibus, caminhava sozinha, estava com a janela aberta e outras situações do tipo. A banalização da violência é uma das piores mazelas que afligem a sociedade. E a acomodação, pelo jeito, ainda vai fazer demorar muito a espera por um novo patamar de vida no nosso País. 

É só dar uma olhada na relação dos eleitos hoje. Com tanta coisa acontecendo no Brasil, era de se esperar uma revolução de costumes, uma renovação de compromisso com a paz e a justiça social. Mas a realidade nua e crua é bem diversa. Políticos sem o menor compromisso com o interesse público continuam eleitos, enquanto muitos que lutam pelo respeito à cidadania são ignorados pelo próprio universo pelo qual trabalham. E uma massa enorme prefere lavar as mãos e cruzar os braços a participar da construção de uma vida mais digna e feliz para todos. 

Mas todos vão reclamar das consequências. Gritos e ranger de dentes sem qualquer eficácia.

O que será que leva as pessoas a esse torpor?

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