Publicado em: 8 de abril de 2013
Se
os políticos paraenses bobearem, o Pará
de novo levará rasteira do Maranhão, mesmo
com todo o imenso potencial hidroviário que tem, além do
rodo-ferroviário e a localização estratégica de seus portos.
os políticos paraenses bobearem, o Pará
de novo levará rasteira do Maranhão, mesmo
com todo o imenso potencial hidroviário que tem, além do
rodo-ferroviário e a localização estratégica de seus portos.
A Confederação Nacional do Transporte lançou, no fim de março,
uma pesquisa em que analisa quatro rotas para o escoamento de soja no País. As
rotas partem de Mato Grosso, do centro distribuidor de Lucas do Rio Verde, para
os maiores portos graneleiros.
uma pesquisa em que analisa quatro rotas para o escoamento de soja no País. As
rotas partem de Mato Grosso, do centro distribuidor de Lucas do Rio Verde, para
os maiores portos graneleiros.
Duas rotas já são usadas (Lucas do Rio Verde/Paranaguá,
via rodovias, e Lucas do Rio Verde/Santos, via ferrovia e rodovias) e duas
surgirão a partir do Plano de Investimentos em Logística do governo federal em direção a Itaqui(MA), uma ferroviária e a outra mista.
Nas quatro simulações, o acesso rodoviário até
Paranaguá é o mais caro, com custo de R$ 232,74 por tonelada. Perde para o
caminho existente até Santos (R$ 158,28) e para as possibilidades futuras até
Itaqui (R$ 211,96, no caminho que mistura trilhos e estradas e R$ 148,58, no
trecho totalmente ferroviário). Os cálculos são baseados em levantamentos de
frete da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja).
Os dois trechos até o porto maranhense dependem
de obras de expansão da malha ferroviária, com a extensão da Ferrovia Norte-Sul
de Palmas (TO) a Uruaçu (GO), que já está em andamento pelo PAC e com previsão
de término em 2014, e a construção da Ferrovia de Integração Centro-Oeste,
entre Lucas do Rio Verde e Uruaçu, trecho que faz parte do grupo prioritário do
novo pacote federal, com licitação neste primeiro semestre.









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