Publicado em: 26 de novembro de 2015
Hoje foi a vez de a Polícia Federal desarticular organização criminosa que atuava no comércio ilegal e na exportação de minérios e pedras preciosas, movimentando R$ 500 milhões.
Cerca de 200 policiais federais, de várias regiões do país, deram cumprimento simultâneo a 58 medidas judiciais, sendo 10 mandados de prisão temporária, 19 de busca e apreensão e 29 conduções coercitivas nos estados de Goiás, Minas Gerais, Distrito Federal, São Paulo, Pará, Pernambuco e Tocantins. A rota passava por Portugal, Bélgica e Israel, tendo como destino final Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. A Operação Soldner, como foi batizada pela PF, faz referência a mercenários para quem o valor do dinheiro é capaz de suprimir os valores morais.
Cerca de 200 policiais federais, de várias regiões do país, deram cumprimento simultâneo a 58 medidas judiciais, sendo 10 mandados de prisão temporária, 19 de busca e apreensão e 29 conduções coercitivas nos estados de Goiás, Minas Gerais, Distrito Federal, São Paulo, Pará, Pernambuco e Tocantins. A rota passava por Portugal, Bélgica e Israel, tendo como destino final Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. A Operação Soldner, como foi batizada pela PF, faz referência a mercenários para quem o valor do dinheiro é capaz de suprimir os valores morais.
O grupo era formado por duas células: uma, integrada em sua maioria por empresários do ramo e pequenos comerciantes de joias, atuando na comercialização ilegal de pedras preciosas, e outra composta por autônomos e pequenos empresários que comercializavam, mediante fraude, títulos da dívida pública e moeda estrangeira, em transações financeiras envolvendo bancos venezuelanos, vinculadas a lavagem de dinheiro.
A PF começou a investigar a quadrilha há dois anos, após receber denúncia de que vendia urânio, material radioativo, para grupos extremistas, que estariam ligados a ações terroristas.









Comentários