Publicado em: 2 de fevereiro de 2017
O deputado Gesmar Costa(PSD) estreou hoje na sessão solene da Assembleia Legislativa. Ocupa o assento do deputado Tião Miranda(PTB), que agora é prefeito de Marabá. Ele é alinhado à base governista.
Já a deputada Ana Cunha(PSDB) pediu licença à Alepa e vai tomar posse, segunda-feira, na Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda, conforme publiquei em primeira mão ainda em 30 de novembro do ano passado, no post Engenharia política no Executivo e Legislativo. Em seu lugar deve assumir o ex-vice governador e ex-secretário de Estado Hildegardo Nunes.
Mazinho Salomão, prefeito de Afuá, foi convocado pela Assembleia na condição de primeiro suplente, em obediência ao regimento interno, e vem criando expectativa quanto à decisão de aceitar a vaga. Há quem diga que logicamente preferirá ser deputado estadual a gestor de uma pequena cidade marajoara. Nem tudo, porém, é o que parece. De frisar ser no mínimo arriscada a ideia de trocar 4 anos de mandato conquistado nas urnas por uma vaga na Alepa que pode durar dias, dependendo dos humores de terceiros e, o que é pior, sem volta. É que, para virar deputado estadual, Mazinho obrigatoriamente terá que renunciar à prefeitura. E se no dia seguinte a deputada Ana Cunha desistir de integrar o poder Executivo ou o governador Simão Jatene entender que precisa reformular o secretariado, Mazinho ficará sem eira nem beira, a ver navios, digo, sem qualquer mandato. Mais: no máximo, em 2018 Ana Cunha voltará ao Legislativo, porque vai precisar se desincompatibilizar para poder se recandidatar. Reza então o bom senso que Mazinho se aquiete onde está e Hildegardo assuma a vaga.









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