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Os engenheiros do Banco da Amazônia, no Pará, estão em greve por tempo indeterminado. É que alegam serem vítimas de retaliação e isolamento depois que ganharam ação judicial que obrigou o Basa a pagar o piso salarial deles. A instituição cortou, sem dó nem piedade, o auxílio-alimentação, a cesta básica, o auxílio-creche, o adiantamento de férias e até o abono-assiduidade, entre outros direitos conquistados com muita luta.

Já são 18 meses sem tíquete-alimentação, não há Acordo Coletivo de Trabalho e a categoria perdeu, também, o direito à integralização de auxílio-doença. Como se não bastasse, os engenheiros estão proibidos de assumir funções comissionadas de gestão e perderam a comissão de analista. 
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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