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384 anos do Ver-O-Peso

A feira, o Solar da Beira e o Mercado de Peixe.
O Mercado de Peixe, símbolo do apogeu do ciclo da Borracha no Pará.
Chegada dos barcos da ilhas que circundam Belém. Fotos de Carlos Sodré.
Foto de Flavya Mutran, revelando a vista aérea de todo o complexo arquitetônico e paisagístico.
Conjunto de gravuras de Sérgio Bastos.

 Cartão postal de Belém do Pará, o Complexo do Ver-o-Peso expõe o frescor da Amazônia em suas barracas. A madrugada fervilha por lá. De manhã cedo, os barcos vão chegando com açaí, peixes, frutas, legumes e verduras, temperos das comidas típicas de Belém. A baía do Guajará lança sua brisa sobre os mercados da carne e do peixe, construídos com estruturas de ferro trazidas da Inglaterra a bordo dos navios portugueses.
Ninguém resiste aos cheiros e sabores dos produtos oferecidos no Ver-O-Peso: do perfume do patchuli e o colorido do artesanato aos poderes das ervas que trazem soluções para todos os males, até os do coração, incluídos saudades e paixões mal resolvidas…
Eleito entre as 7 Maravilhas do Brasil, O Ver-O-Peso fica Cidade Velha e às margens do rio Guamá. Foi construído em 1625 no porto do Pirí, como era chamado o local na época. Sua denominação remete às chamadas Casas do Ver-o-Peso, projetadas no Brasil, em 1614, para conferir o peso exato das mercadorias e cobrar os respectivos impostos para a Coroa portuguesa.
No final do século XIX e início do século XX, foi adaptado às características da Belle Époque. O complexo arquitetônico e paisagístico integra área de 35 mil metros quadrados, e é integrado por construções históricas: o Mercado de Ferro, o Mercado da Carne, a Praça do Relógio, a Doca, a Feira do Açaí, a Ladeira do Castelo (1ª rua de Belém), o Solar da Beira e a Praça do Pescador. O conjunto foi tombado pelo IPHAN, em 1997.

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