Nesta quinta-feira, dia 21, até o sábado, 23, a Escola do Legislativo da Assembleia Legislativa do Pará oferece os cursos de qualificação e atualização do projeto Forma Alepa/Elepa Itinerante em Santarém, atendendo toda a região do Baixo Amazonas, abrangendo também…

Em reunião conjunta das Comissões de Fiscalização Financeira e Orçamentária (CFFO) e de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa, nesta segunda-feira (18) foi aprovado o projeto de lei nº 363/2021, que autoriza o Governo do Pará a contratar operação…

Não houve o célebre círio fluvial de Oriximiná no rio Trombetas este ano, por causa da pandemia, mas a imagem de Santo Antônio flanou pelas águas, levada pela comunidade de várzea do Rio Cachoeiry, que celebrou o verão depois da…

Aprender mais sobre as boas práticas Lixo Zero e como aplicá-las no dia a dia, repensando hábitos de consumo e inspirando a população a enxergar os seus resíduos com dignidade é o que propõe a programação que acontecerá entre os…

257 anos de Soure

Vaqueiro e búfalo na fazenda Sanharão. Foto: Luiz Braga
“Pérola do Marajó” ou a “Capital do Marajó”, título disputado com a vizinha Salvaterra, Soure é o maior município do arquipélago marajoara, na costa oriental da ilha, onde estão as mais belas praias de toda a região, e completa hoje 257 anos. Surgiu a partir das aldeias dos índios Maruanazes e Mundis, dos Aruãs. Já foi Monte-Forte, depois Menino-Deus e, por causa da grande quantidade de jacarés sauriuns encontrados na região, os portugueses oriundos de uma antiga vila do Distrito de Coimbra que era chamada, no tempo dos romanos, Saurim, por causa da presença de sáurios ou jacarés, resolveram rebatizá-lo de Soure. Também banhada pelo rio Paracauari, Soure tem como principais atrativos as praias de Pesqueiro e Araruna e as tradicionais fazendas de búfalo da região. 

Em 1757, Soure foi elevada à categoria de Vila pelo seu fundador, Francisco Xavier de Mendonça Furtado (irmão do Marquês de Pombal), na época 19º governador e capitão general do Estado do Maranhão e Grão Pará. Soure fazia parte então da Comarca de Monsarás. Só em 2 de setembro de 1858 o Conselho da Província do Pará determinou que a Câmara de Monsarás marcasse as eleições para a nova Câmara de Soure. A apuração da votação dos vereadores foi em 7 de janeiro de 1859 e no dia 20 do mesmo mês foi feita a instalação definitiva do município de Soure.

Além de igrejas, coretos, praças e casas antigas e belas praias, Soure chama a atenção por suas ruas largas e sombreadas por mangueiras, denominadas por números. Como em Nova York, a cidade também tem uma Quinta Avenida. O búfalo é o maior símbolo local, 
é comum vê-los pelas ruas, utilizados como meio de transporte, ou pastando tranquilamente. Não à toa, é a “Capital do Búfalo”. A Expo-búfalo acontece há 42 anos.  

O queijo marajoara, do leite de búfala, é um dos produtos mais apreciados da região. Coco, bacuri, murici, abricó, sapotilha e cajarana, entre outras, são as frutas do lugar. A pesca e o extrativismo de caranguejo também são importantes para a economia do município.

Em divisões territoriais datadas de 31-12-1936 e 31-12-1937, o município aparece constituído por quatro distritos: Soure, Condeixa, Joanes e Salvaterra. A lei estadual nº 2460, de 29-12-1961, desmembrou Salvaterra, Condeixa e Joanes, para formar o novo município de Salvaterra. Foi então criado o distrito de Pesqueiro e anexado a Soure. Assim permaneceu até 18-08-1988.

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *