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O dramaturgo, escritor e jornalista Edyr Augusto Proença viveu uma situação bizarra anteontem. Viu um dos viciados em crack que infestam a rua Riachuelo, em Belém,  subir no poste que nem caboclo na peconha para tirar açaí, desligar as câmeras de vigilância do Ciop (Centro Integrado de Operações) e colocar uma tábua para o teto do Cuíra, o seu teatro. Ligou 190 e em três minutos, se tanto, chegou uma viatura da polícia. O crackeiro teve que subir novamente e tirar a tábua. É capaz de render um conto delicioso do Edyr Augusto.

Aliás, os títulos “Belém” e “Moscow”, os dois primeiros livros de Edyr Augusto traduzidos e lançados na França, agora também ganharão versão “de bolso”. “Nid de Vipères” será lançado em 5 de março. No Brasil, “Pssica Pssica” está previsto para junho, pela editora Boitempo. 
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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