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XVII Feira Pan-Amazônica do Livro

A Feira do Livro
atraiu hoje à noitinha zilhões de
pessoas, em Belém. Havia engarrafamento na rua e também no estacionamento.
Dentro do Hangar, quase não dava para caminhar nos corredores, por volta das 19
h. Cheguei atrasada mas consegui o meu exemplar autografado de A Caserna fora do sério, do
coronel Osmar Costa Jr., prefaciado pelo meu irmão Francisco Florenzano, no estande dos escritores paraenses, que estava
movimentadíssimo, e onde encontrei o Mestre Chico Barão, que me presenteou com
o seu livro “Boto, uma boneca cor de rosa”,
irreverente que nem o autor.
No
estande da Imprensa Oficial do Estado, aproveitei para comprar a segunda edição
de “Canções” de Waldemar Henrique (a
primeira edição saiu com erro), e no da Secult “Waldemar Inédito e Raro Henrique – Partituras”, que a Gabriella
Florenzano quer presentear a Eduardo Janho-Abumrad, nome consagrado no cenário
operístico.
No
Ponto de Encontro, dei de cara com o escritor e poeta Daniel
Leite, quase afônico de tanto participar da programação da Feira, cumprimentei
o desembargador Vicente Malheiros da Fonseca, que relançou a biografia que fez
de seu pai Wilson Fonseca, o Maestro Isoca. E lá estava o arquiteto Alcyr
Meira, presidente da Academia Paraense de Letras, que na semana que vem
comemora em conjunto o aniversário da APL e do Instituto Histórico e Geográfico
do Pará.
Ainda
deu para passar no estande da editora da UFPA, que faz bela homenagem ao poeta
Max Martins, e adquirir Selva Concreta,
do dramaturgo, jornalista, radialista e escritor Edyr Augusto Proença.

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