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Tango no MEP e a obra do maestro Isoca


O espetáculo “Tango no MEP” prestou merecida homenagem ao compositor santareno Wilson Fonseca, o maestro Isoca, dentro do projeto Bravíssimo, do Museu do Estado do Pará.  Foram cinco apresentações: quatro individuais e uma em grupo e ainda um vídeo de dez minutos exibindo breve histórico do tango.  Dois casais de bailarinos das companhias de dança Amazon Tango (Cris Esquerdo e Carlos Sarmento) e Estúdio de Danças Edilene Rosa (Edilene Rosa e Márcio Souza), deram realce extra às peças musicais.

O tango “Interrogação”, com letra de Felisbelo Sussuarana e música de Wilson Fonseca, composto em 1936, foi executado com arranjos do desembargador do Trabalho Vicente Malheiros da Fonseca, filho de Isoca. A obra tem uma curiosidade: Wilson Fonseca enviou a Felisbelo Sussuarana a partitura ainda sem título, daí porque registrou, no lugar do nome da música, um simples “ponto de interrogação”. O parceiro musical, muito espirituoso, não hesitou em usar  o sinal de pontuação para  intitular a composição, que assim ficou com o sugestivo nome de “Interrogação”. 

Felisbelo Sussuarana escreveu diversos textos poéticos sobre músicas compostas pelo maestro Isoca, destinadas à execução em bailes da época, em Santarém, animados pelo  “Euterpe-Jazz”, conjunto musical criado e dirigido, inicialmente, por José Agostinho da Fonseca (1886-1945) e, depois, por Wilson Fonseca, que, por motivo de saúde de seu pai, assumiu a direção da orquestra no período de 1936 a 1953, ali atuando também como pianista e saxofonista. 

Na foto, os bailarinos com Vicente Fonseca e sua esposa Neide e os diretores do MEP, Sérgio Mello e Antonio Eutálio Corrêa. 

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