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As eleições de 2022 coincidem com o bicentenário da Independência e os 90 anos de conquista do direito do voto feminino, ocorrida em 24 de fevereiro de 1932. Durante todo o Império, as brasileiras não puderam votar e somente 43…

O Ecomuseu da Amazônia, da Fundação Escola Bosque (Funbosque) promoveu no domingo, 25, na Ilha de Cotijuba, o roteiro patrimonial, pelo encerramento da 16ª Primavera dos Museus. Os visitantes conheceram o pólo do Ecomuseu, a história de Cotijuba, que passa…

A prefeitura de Portel, em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca, lançou na sexta-feira passada (23) o projeto Marajó Sustentável, aliado ao Programa de Desenvolvimento da Cadeia Produtiva da Seringueira no Estado do Pará…

Talentos do Pará

O concerto de sábado no Theatro da Paz encantou magistrados do mundo inteiro que vieram a Belém participar do 5º Fórum Mundial de Juízes.

O Quarteto Maestoso – Hélio Saveney (1º violino), Polyana Loureiro (2º violino), Rodrigo Santana (viola) e Arthur Alves (violoncelo), todos paraenses – executou músicas de três gerações da família Fonseca, compostas por José Agostinho da Fonseca (1886-1945), Wilson Fonseca, o maestro Isoca (1912-2002) e Vicente Fonseca (1948-), no período de 1912 a 2009, com arranjos do magistrado trabalhista e compositor Vicente Malheiros da Fonseca.

As últimas três músicas do programa contaram com a participação especial de Vicente Fonseca, ao piano: “Chuane” (maxixe, de José Agostinho da Fonseca), “Hino da Justiça do Trabalho” (Vicente Fonseca) e “Um Poema de Amor” (bolero, de Wilson Fonseca). Todas muito aplaudidas, principalmente a “Ave Maria’ (José Agostinho da Fonseca), o chorinho “Irurá” (Vicente Fonseca), executado quase que integralmente em pizzicato (cordas beliscadas, sem o uso do arco dos instrumentos de cordas), o “Hino da Justiça do Trabalho” e “Um Poema de Amor“, que encerrou com chave de ouro a noite de gala e foi aplaudido de pé, demoradamente.

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