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SOS Arquivo Público do Pará

A OAB-PA oficiou ao secretário de Cultura,
Paulo Chaves, ao prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho, e ao comandante do Corpo
de Bombeiros, Coronel QOBM João Hilberto Sousa, solicitando providências
urgentes quanto à proteção do acervo do Arquivo Público do Estado do
Pará.
O documento, assinado pelo presidente da
OAB-PA, Jarbas Vasconcelos, e pela presidente da Comissão de Arte e Cultura,
Leny Carvalho, informa que, em vistoria, foi constatado que o local não oferece
segurança para a guarda da documentação e a própria edificação, tombada pelo patrimônio
histórico, artístico e cultural: há inúmeras ligações clandestinas, com fios
elétricos se arrastando na calçada do prédio, que abriga barracas com cobertura
de lona e plástico. O perigo de incêndio é iminente, além do que as
instalações hidráulicas do prédio funcionam precariamente.
Detalhe: com as ruas estreitas do
Comércio tomadas pelos camelôs, o Corpo de Bombeiros não chega lá, em caso de
sinistro, pelo menos não a tempo de salvar o patrimônio.
O diretor do Arquivo Público, professor
Agenor Sarraf, também já pediu providências à Prefeitura de Belém, mas até
agora nada foi resolvido.
Uma comissão suprapartidária de deputados
estaduais da Alepa também já esteve no local e verificou a necessidade urgente de
reforma e restauro nas instalações.
Urge uma mobilização antes que parte da
memória do Estado se perca.
A situação do Arquivo Público parece uma interminável novela em dramáticos capítulos, com um quê surreal.
A instituição centenária está literalmente
caindo aos pedaços, as fortes chuvas
têm afastado telhas, molhando documentos. Os mais importantes, os Códices
tratados, tiveram que ser  retirados de seus lugares, cobertos por lonas. 
Com a palavra, o Ministério Público, o Arquivo
Nacional, o CONARQ, a
 Secult, a Prefeitura de Belém e o Corpo de Bombeiros.

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